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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Cursos de Stekel (workshops, palestras e seminários)

Temas: Todos os temas abaixo descritos podem ser ministrados nos formatos palestra, workshop ou seminário em módulos e são conduzidos por Paulo Stekel.

Atenção 1: Se você está interessado em qualquer dos cursos abaixo, envie email para pstekel@gmail.com para saber quando haverá algum deles em sua cidade ou região.

Atenção 2: Se você é terapeuta holístico, administrador ou coordenador de um espaço, centro ou grupo holístico, de esoterismo ou psicologia transpessoal, pode solicitar que qualquer dos cursos abaixo seja ministrado em seu espaço, em qualquer lugar do Brasil. Para isso, contate pelo email pstekel@gmail.com e faça sua proposta.



1 - Cabala (com noções de Hebraico)

Os objetivos deste curso vão desde ensinar as bases do Hebraico antigo para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os Nomes Divinos ou os nomes dos anjos, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos da Bíblia e da Cabala (como o Sefer Yetsirah e o Sefer Ha-Zohar). Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

No curso você aprenderá as bases da escrita hebraica, as vogais e as consoantes, os sinais de leitura, os primeiros vocabulários e as primeiras noções da gramática da língua hebraica antiga e do Aramaico (a língua dos tempos de Jesus), os mistérios do alfabeto hebraico, os numerais, o caso construto e o absoluto, a numerologia metafísica, entre muitos outros temas.

O curso tem uma visão holística e complementar, indo além dos conceitos espirituais envolvidos na Tradição da Cabala, por vezes relacionando-os com outras tradições espirituais, como o Vedanta, o Yoga, o Gnosticismo e o Cristianismo.

Este curso foi criado porque sempre sentimos a falta de um estudo universalista que acomodasse num mesmo trabalho a gramática hebraica e os princípios da Tradição da Cabala, geralmente assuntos tratados em separado nos cursos disponíveis no Brasil.

Alguns tópicos do curso: Noções ortográficas; Consoantes e Vogais hebraicas; Conceito de Cabala; A Tradição Hebraica e a Cabala; Tonicidade e Acentos; A Árvore da Vida na Cabala; As 32 Sendas – chave de números e letras; Correspondências astrológicas no Sefer Yetsirah; Relação entre os Nomes Sagrados e os Números; Kethiv e Qerê; Pronomes Hebraicos; O Artigo; Ensinamentos da Cabala Mística; O Vav Conjuntivo; Preposições inseparáveis; Gênero e Número dos Substantivos; Noções de Aramaico; Mistérios do alfabeto; O Construto e o Absoluto; Trechos do Zohar para estudo; O Adjetivo; Pronomes Interrogativos e o Relativo; O Comparativo e o Superlativo; Vocabulário especial do Antigo Testamento (com freqüência); Numerais Cardinais; Numerais Ordinais; O Verbo Hebraico; O Código Secreto da Bíblia; Cabala e Judaísmo; Cabala Literal, Dogmática e Luriânica; Numerologia Metafísica; Anjos; Teurgia; Operações Cabalísticas; Noções de Magia Cabalística e Invocações Angélicas.

2 - Filosofia Indiana (com noções de Sânscrito)

Os objetivos deste curso vão desde ensinar as bases do Sânscrito Clássico para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os nomes das divindades, dos chacras ou os mantras, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos védicos, os ensinamentos do Yoga, os sutras budistas, etc. Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

No curso você aprenderá as bases da escrita Devanagari, a mais utilizada para se escrever em Sânscrito, as vogais e as consoantes, os sinais de pontuação (que são poucos), os primeiros vocabulários e as primeiras noções da gramática da língua sânscrita clássica, as regras de eufonia (Sandhi), a declinação e seus casos. Há ainda noções de Páli (a língua canônica do Budismo do Sul), Canto Védico e sânscrito arcaico.

O curso tem uma visão holística e complementar, indo além dos conceitos espirituais envolvidos nas Tradições Indianas (Vedanta, Yoga, Jainismo, Hinduísmo, Budismo), fazendo correlações com a espiritualidade universal.

Este curso foi criado porque sempre sentimos a falta de um estudo universalista que acomodasse num mesmo trabalho a gramática sânscrita e os princípios das tradições espirituais a esta língua associados, geralmente assuntos tratados em separado nos cursos disponíveis no Brasil, ou então, sempre com um viés sectário.

Alguns tópicos do curso: Situando a língua sânscrita; Vogais (formas iniciais, médias e ditongos); Letras invariáveis; Consoantes (guturais, palatais, cerebrais, dentais, labiais, semivogais, Sibilantes, Ha, Ksa); Chacras – uma visão comparativa; Os Vedas; Mantras – sons sagrados; O conceito indiano de Deuses e Demônios; Consoantes compostas; Considerações sobre a pronúncia do Sânscrito; Noções de Canto Védico; Glossário comparativo; Introdução à Mitologia Védica; Regras de Sandhi ou Combinação Eufônica de Letras; Nomenclatura gramatical sânscrita; Introdução à Conversação em Sânscrito – Laukika Samskrtam; Declinação; O Sânscrito como Palavra Divina; O poder do silêncio e do Om; Graus de Comparação; Numerais Cardinais; Numerais Ordinais; Pronomes; Métrica no Sânscrito Clássico; O Verbo Sânscrito.

3 - Magia Cabalística I

Pré-condições: 1ª - Ter feito o Curso de Cabala (com noções de Hebraico), pois a magia cabalística requer conhecimentos prévios das letras hebraicas, da pronúncia, da leitura e da gramática, além das noções principais da Tradição da Cabala. 2ª – Ter sido aprovado na entrevista de avaliação chamada Teste de Ética-Disciplina-Compromisso, para assegurar que o aluno somente utilizará para o bem aquilo que aprender em magia cabalística.

Alguns dos tópicos do curso: O poder mágico das letras hebraicas; bases da angelologia e da teurgia; o poder da Árvore da Vida; sefiras invertidas; o que são os shedim e sua aplicação na magia cabalística; o uso mágico das Lamentações de Jeremias; invocações com os salmos dos 72 anjos cabalísticos; nomes e contranomes para invocação angélica; criação de anjos e shedim pela numerologia cabalística; uso de tabelas numéricas em invocações; traçados de círculos mágicos.

4 - Magia Cabalística II

Pré-condições: 1ª – Ter feito o Curso de Magia Cabalística I, que dá as bases do processo mágico. 2ª – Ter sido aprovado na entrevista de avaliação chamada Teste de Ritualística, para assegurar que o aluno, agora um discípulo, aprendeu tudo o que devia no Curso de Cabala e no Curso de Magia Cabalística I, especialmente a responsabilidade ética pela Magia da Luz e a compreensão dos riscos da Magia Negra, e está apto a praticar os rituais com toda a força de sua mente conectada ao Plano do Absoluto.

Alguns dos tópicos do curso: Pantáculos, Pentáculos e Mandalas Cabalísticas; Instrumentos Mágicos em Magia Branca; Ritualização de objetos mágicos; Invocação do Anjo Pessoal; Invocação aos Elementais; Invocação aos Shedim; Uso de Incensos, Cristais, Plantas Mágicas e Símbolos para invocação; Orações cabalísticas nas invocações teúrgicas; Como desviar Magia Negra; Formas-Pensamento Mágicas para Proteção; Confecção de Pantáculos em Medalhas de Prata; Ritualização de imagens angélicas (terafim); Rituais Cabalísticos para Saúde, Prosperidade, etc.

5 - Tarô Cabalístico

Este é um curso sobre a arte sagrada da Predição (ato de prever) pelas cartas do Tarô. Alguns tópicos foram aprofundados, visando dar uma idéia da realidade deste sistema tradicional e o fato de que, por detrás dele, há toda uma Sabedoria esotérica milenar, sustentáculo de todo o conhecimento que o estudo das cartas pode nos proporcionar.

Através deste curso, o estudante não só aprenderá a interpretar as cartas no que concerne a indagações cotidianas suas e de outros (a "consulta"), terreno da Taromancia, como também a interpretá-las no concernente à metafísica e às questões pessoais de cunho espiritual, terreno da Tarologia.

Ao invés de ensinar o Tarô no estilo desfigurado e vulgar que se tornou tão comum hoje em dia com tudo o que se refere à Tradição Esotérica, preferimos, neste curso, apresentar uma introdução ao Simbolismo Universal que era transmitida aos "candidatos" à Iniciação nas artes divinatórias (ou adivinhatórias) dentro dos Templos da Antiguidade. Apenas traduzimos aquela linguagem ancestral para um sentido compreensível na atualidade, sem modificar um átomo que seja da essência do conhecimento transmitido durante séculos.

Se você deseja aprender esta arte sagrada para depois continuar considerando-a sagrada, fazendo o correto uso da mesma, indubitavelmente captará as verdades sutis que o Tarô encerra em suas entrelinhas, as quais ficam totalmente a salvo dos que o estudam sem alma, apenas com o intelecto.

É importante saber que este curso faz uma distinção clara entre Taromancia e Tarologia. A Taromancia é a arte de utilizar o Tarô em seu aspecto de cartomancia, isto é, para prever o destino dos indivíduos, sem que o taromante, neste caso, esteja muito preocupado com a profundidade metafísica do simbolismo das cartas que usa. Assim, o taromante faz uma interpretação muito superficial e limitada do que realmente mostram os símbolos e arquétipos das cartas. A Tarologia é o estudo sistemático e profundo do simbolismo das cartas do Tarô, o que permite ao tarólogo analisar o destino dos indivíduos de uma forma muito mais precisa, pois este está capacitado a interpretar as cartas em toda a sua complexa simbologia metafísica, cabalística, astrológica, numerológica, mitológica e alquímica.

Apesar de apresentar o uso taromântico do Tarô (para consultas pessoais), este é um curso especialmente de Tarologia, visando incentivar a criação de intérpretes completos nesta arte sagrada, que sejam capazes de avaliar qualquer situação, por mais crítica que seja, e que possam dar o conselho certo na hora certa.

Alguns tópicos do curso: A Predição - procedimentos, disciplina e ética; O simbolismo do Tarô; Os símbolos e a Iniciação; Origem do Tarô; A inspiração pelo Tarô; A Cabala como chave para a interpretação; Arcanos Maiores - Divisão e significado; Arcanos Menores - Divisão, regência, significado e aspectos iniciáticos; Parte prática: Aritmologia, Método numerológico para os Arcanos Maiores, Método astrológico para os Arcanos Menores. Teste final do curso: o aluno faz uma consulta de tarô para o instrutor.

6 - Anjos & Numerologia Cabalística

Qual o motivo de um curso aliar a Angelologia com a Numerologia Cabalística? Na verdade, a Numerologia Cabalística é diferente da Pitagórica. A Numerologia Cabalística tem uma função específica, que é descobrir a missão de vida da pessoa e reconectá-la ao Plano Divino. Então, para isso, é necessário que o numerólogo cabalista interprete as mensagens divinas escondidas sob as letras do nome, a data de nascimento e outros sinais da pessoa. Estas mensagens são entendidas como “anjos”, e recebem nomes angélicos que podem ser utilizados em invocações mágicas para atrair as energias divinas e afastar as trevas que envolvem a pessoa. Por isso, é necessário que o numerólogo cabalista conheça não só as letras hebraicas, os números, seus significados, mas também os anjos, porque eles são a solução para as desarmonias encontradas nas informações da pessoa.

Neste curso são ensinadas as letras hebraicas, seus significados no mundo, as relações com determinados Nomes Divinos, as relações numéricas e como converter qualquer alfabeto em letras hebraicas para efeito dos cálculos. Também é ensinada a doutrina mágica dos anjos (um nível mais profundo que a doutrina teológica) para efeitos de correção dos problemas identificados na numerologia da pessoa. A doutrina mágica inclui a técnica de criar anjos em forma-pensamento e, ocasionalmente, imagens angélicas (terafim).

7 - Geometria Cabalística Sagrada

Curso que objetiva ensinar as bases do simbolismo universal através da Cabala. O curso inclui noções de numerologia cabalística, aritmologia, astrologia, alquimia, geometria sagrada e filosofia esotérica.

Alguns tópicos do curso: A natureza das formas; formas e números; números e anjos; essência-forma-número; criação de formas; harmonia das formas; medidas bíblicas e seu significado esotérico; medidas da Arca de Noé; medidas da Arca da Aliança; medidas do Templo de Salomão; medidas sagradas e suas relações com a Cabala no judaísmo e cristianismo; o poder místico das formas geométricas e sua relação com as letras hebraicas; como codificar e decodificar Nomes Divinos em formas sagradas; assinaturas celestes em Teurgia e sua relação com geometria sagrada.

8 - A Arte Cabalística de Abençoar através dos Nomes Divinos

Tem o objetivo de sintonizar as pessoas com os Nomes Divinos relacionados a sua missão de vida, propósitos, anseios espirituais e compassivos, capacidade de auto-cura e de reequilíbrio energético, harmonia com todos e superação de obstáculos. O trabalho pode ser compreendido em quatro níveis:

1 – Arte: Vem do Latim Ars, que significa “técnica ou habilidade”. É a atividade humana feita a partir da percepção, das emoções e das ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores. O trabalho proposto por Stekel é, neste sentido, uma “Arte da Consciência”, objetivando ampliar e expandir a Consciência para níveis mais profundos, capazes de regular e corrigir instâncias de percepção equivocada em nossa consciência do dia-a-dia, mais ligada ao mundo material que aos sentimentos do espírito.

2 – Cabala: É um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina em suas variadas manifestações e relações com o mundo. “Cabala” (ou Qabbalah) é uma palavra de origem hebraica que significa “recepção”. Faz parte da vertente mística do judaísmo, mas traz conhecimentos universais encontráveis em outras tradições esotéricas, como a gnose, o sufismo e o yoga. A Cabala visa conhecer a Deus (em Três níveis) e o Universo (em Quatro níveis).

3 – Bênção: A palavra “Bênção” vem do Latim Benedictionis, que significa “bênção, dádiva”. Bendizer é “dizer bem, louvar, elogiar”. Então, bênçãos são boas palavras, cheias de benevolência, as coisas bem ditas e com um propósito benéfico e bem definido em favor de alguém, que pressupõem um efeito no mundo espiritual, de modo a afetar o mundo físico, fazendo com que o desejo se cumpra. Em hebraico, “bênção” é Berakhah, que tem o sentido de algo que é aumentado pelas palavras bem ditas, carregadas de força divina. Tudo o que desejamos no mundo (físico e/ou espiritual) é aumentado pelo poder da bênção.

4 – Nomes Divinos: São a melhor forma de abençoar, pois os Nomes Divinos são palavras plenas de força cósmica, de cura, alegria, energia, harmonia e justiça. Há 03 tipos de Nomes Divinos cabalísticos que são ensinados neste trabalho: Os Dez Nomes Divinos (Nomes de Deus ligados às Dez Classes Angélicas), Nomes Angélicos (representações da ação divina no mundo), Nomes Qualificativos (poderes, qualidades e palavras benéficas relacionadas ao bem e à luz).

Neste trabalho os participantes aprenderão a utilizar os Nomes Divinos que representam a sua própria Divindade adormecida (Eu Superior) através da bênção diária. Usando tais nomes conscientemente e com propósitos bem definidos seja para os outros, seja para si mesmos e para diversos propósitos benéficos, os resultados serão cada vez melhores.

9 - Meditação da Ascensão

Trata-se de uma vivência conectada ao segundo álbum de Stekel, "Galaktika - an internal space travel". Também chamada de "Meditação de Representação da Ascensão", é um trabalho com música canalizada destinado a auxiliar na purificação espiritual nestes tempos tão caóticos.

“A Meditação de Representação da Ascensão é uma vivência realizada enquanto se escuta os 76 minutos do álbum “Galaktika”. Através da audiência dirigida das 14 faixas musicais do álbum, você entenderá como se processará o seu retorno à luz, sua vitória sobre o sofrimento e quais são suas prioridades individuais a serem desenvolvidas para que o processo se desenvolva com mais rapidez.

Nestes tempos de caos e insensibilidade a música espiritual nos ajuda a sintonizar a luz maior e a abrir o coração ao discernimento daquilo que importa e daquilo que deve ser abandonado...”
(Stekel)

Na verdade, após a conclusão da meditação haverá uma interpretação do processo de cada participante, servindo como orientação para o direcionamento da busca espiritual nestes tempos de mudança.

10 - Meditação com os Mantras dos Planetas e dos Signos

Um trabalho de sintonização conectado ao sétimo álbum de Stekel, "The Planets - for XXIst Century" (Os Planetas - para o Século XXI). A meditação dura apenas um dia, mas segue uma estrutura ascendente em onze fases, correspondentes aos sete planetas da Astrologia dos Antigos (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno), aos três planetas transcendentais (Urano, Netuno e Plutão) e à própria Terra, como mãe da Humanidade. A dinâmica do trabalho envolve meditação, música, preleção e trabalho com os códigos planetários e mantras codificados baseados na Cabala e na Filosofia Merkavah (ou Merkaba), que é um conceito zohárico de Ascensão da Humanidade à Consciência Crística como forma de ativar o advento da Nova Era de Paz e Harmonia. Em cada fase, são trabalhados os seguintes aspectos do Ser, direcionando-o para a Ascensão:

01 – Sol: Através de códigos sonoros e cabalísticos musicais de conexão com as energias astrológicas junto com mantras codificados a partir do Hebraico, o trabalho com a energia do Sol visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o Masculino, o Pai, o impulso do poder, a personalidade, o ego, o Eu Superior e a Força Criadora. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Leão, ajuda na conexão com o Eu Interior, favorecendo a manifestação do “brilho” pessoal.

02 – Mercúrio: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a intelectualidade, a mente, a necessidade intelectual, a forma de expressão e nossa capacidade de comunicação. Especialmente potente em pessoas dos signos de Gêmeos e Virgem, ajuda a melhorar a capacidade de raciocínio e de comunicação.

03 – Vênus: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o afeto, o amor, a necessidade social, o senso de valores, a beleza interior e a harmonia nos relacionamentos. Especialmente potente em pessoas dos signos de Touro e Libra, ajuda a equilibrar os afetos, mostrando do que você realmente gosta.

04 – Lua: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o Feminino, a Mãe, as emoções, a proteção familiar e a força reprodutora. Especialmente potente em pessoas do signo de Câncer, ajuda a evitar altos e baixos emocionais.

05 – Marte: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a força, a energia, a determinação, o sexo saudável, a ação, o impulso agressivo, a iniciativa, a coragem e a capacidade de vencer obstáculos. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Áries, ajuda a dar mais energia onde ela é realmente necessária.

06 – Júpiter: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a capacidade de crescimento, educação, aprendizado superior, o impulso de benevolência e proteção. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Sagitário, ajuda na energia da expansão, da boa sorte e do lazer.

07 – Saturno: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar nossa relação com o tempo, o envelhecimento, o Mestre Interior, a prudência e a paciência, o impulso de segurança e garantia. Especialmente potente em pessoas do signo de Capricórnio, ajuda a reconhecer o mestre nas situações cotidianas, aumentando a sensação de segurança.

08 – Urano: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a originalidade, o impulso de liberdade, o descontentamento e o egoísmo. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Aquário, ajuda no despertar espiritual e na realização de tarefas e de missões fora do comum.

09 – Netuno: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o impulso espiritual ou escapista, o encantamento, os sonhos, a desilusão, os pressentimentos e a sensação de anormalidade. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Peixes, ajuda na ampliação da intuição, diminuindo a tendência a enganar ou ser enganado pelos outros e facilitando o encontro de um ideal nobre para a vida.

10 – Plutão: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o impulso destruidor ou reformador, a capacidade de fusão, a tendência ao desperdício, ao isolamento, a subversão e mesmo ao crime (no caso de uma pessoa de qualquer signo zodiacal ter essa tendência cármica estabelecida). Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Escorpião, ajuda nos processos de transformação, quando se deve resolver os problemas sozinho e quando se encontra a complexidade.

11 – Terra: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a nossa noção da realidade, de nosso lugar no mundo material e espiritual. Potente para pessoas de todos os signos, esta música ajuda o indivíduo a ver onde se encontra no mundo e qual a sua missão de vida. Ajuda a ativar os códigos ocultos em pessoas de natureza índigo, cristal e arco-íris.

Cada participante recebe o CD "The Planets - XXIst Century" para continuar as práticas com os códigos e mantras cabalísticos de ativação em casa.

11 - Mantras Universais

Trabalho teórico e prático sobre o uso universal dos mantras em várias culturas e tradições espirituais. Os mantras possuem nomes diferentes em várias tradições, mas aplicações parecidas: Mantra (Índia), Kavanah (Cabala), Ofó (África), Carmen (Antiga Roma), etc.

Alguns tópicos do curso: Mantras – sons sagrados; Sons, formas e letras; mantras indianos, mantras hinduístas, mantras budistas, mantras hebraicos; chave de números e letras; Mistérios dos alfabetos sagrados; mantras angélicos; o poder das vogais nos mantras; conexão entre chacras e mantras; Considerações sobre a pronúncia do Sânscrito; Noções de Canto Védico; O Sânscrito como Palavra Divina; O poder do silêncio e do Om; Métrica no Sânscrito Clássico; diferença entre Mantra Vidya e Mantra Shastra.

12 - Canalização

Curso teórico e prático sobre Canalização (Channeling). O processo de canalização, se fizermos uma diferenciação com a mediunidade, é simplesmente a capacidade psíquica de acessar outros níveis de realidade, de consciência, que não esse comum, em que estamos acordados ou em vigília.
Em geral, no Brasil, a mediunidade é trabalhada em grupo, no centro espírita, por exemplo, e no grupo há um controle, uma estratégia específica, e que para algumas pessoas é limitante. O channeling, termo inglês de onde vem essa palavra canalização, propõe a idéia de trabalho individual. São as chamadas sessões ou leituras individuais em que o canal, que corresponderia ao médium no sistema grupal, pode fazer o trabalho de leitura, que seria desde uma mensagem falada ou escrita até um trabalho de cura, podendo incluir vários processos ao mesmo tempo, como todos esses trabalhos que envolvem energização, algum tipo de passe muitas vezes, tudo isso podendo incluir a canalização.
O que se pode canalizar? Vários tipos de consciência, desde que sejam consciências dentro da nossa proposta que tenham um desenvolvimento espiritual, pois o objetivo é que auxiliem no processo. A forma como se pode canalizar é bem variada, pode ser falando, escrevendo, desenhando, pintando, podem ser símbolos, música, inclusive existem várias pessoas que fazem isso no Brasil. A diferença de criar uma música como faz qualquer compositor e de alguém que canaliza é que o mote para aquilo tem um fundo espiritual e um objetivo específico, com fundamentação terapêutica; não é uma criação aleatória, é uma música sagrada de certa maneira. Então, pode-se canalizar toda expressão de linguagem, de comunicação.
Existem três possibilidades de canalização: consciente, semi-consciente e inconsciente. A mais comum e preferível é a consciente: sentimos uma energia que não interfere, porém se conecta, se une à nossa consciência. Pode se manifestar de diversas formas: por uma vibração, um formigamento ou adormecimento de algumas das extremidades, por uma sensação de paz ou sonolência, sensação de flutuação, algo neste sentido. Às vezes também é como se a luminosidade do ambiente mudasse, mostrando que também pode haver uma interferência no campo da visão. E a partir daí a pessoa estando consciente começa a receber influxos, idéias e intuições e, no caso da canalização completa, pode ser um texto inteiro que ela simplesmente vai reproduzindo. E, essa reprodução não precisa ser como acontece na psicografia, ou seja, escrever como se fosse um outro ser, pode ser simplesmente a descrição do que se está recebendo. Muitas vezes posso dizer que "estou captando que tal situação é assim" e não falar ou escrever como outra pessoa. Isso depende muito do grau de profundidade e da proposta específica para aquela canalização. E isso, enquanto consciente, temos consciência plena do processo, ainda que possamos estar meio entorpecidos pelo grau do trabalho. A semi-consciente já diminui um pouco os reflexos e as causas podem ser variadas, desde captar um nível energético muito intenso, que naturalmente causa um torpor - como tomar um remédio muito forte - porém não altera o processo em si, ainda sabemos o que está acontecendo e não há nenhum risco. O mais incomum, que representa menos de 5% da verdadeira canalização ou mediunidade convencional, é a inconsciente. Do ponto de vista da insconsciência, isso pode significar que estamos tendo algum tipo de ataque de alguma energia bastante inadequada e isso causa um torpor total, a pessoa apaga completamente, ou o caso oposto a esse - porém extremamente raro - que chamo de hiperconsciência e não inconsciência, quando o nível de consciência que se manifesta conosco é tão elevado, tão intenso, que esse torpor vem pela incapacidade do nosso cérebro de absorver aquela energia e continuar totalmente consciente; mas isso representa no máximo 1% de possibilidade. Então 90%, no mínimo, é consciente. Muitas pessoas que dizem que são inconscientes não são, estão conscientes do processo, algumas fazem pelo tabu da religião, porque senão as pessoas podem não acreditar no processo. Na maior parte das vezes o processo é consciente. Nos estados de inconsciência os bons exemplos são os estados sonambúlicos, em que a pessoa tem que ficar deitada, alguns outros estados muito intensos, como estados xamânicos que podem levar a essa inconsciência, alguns estados proféticos, em que a pessoa entra em catalepsia e recebe algumas informações que são relatadas após esse processo. Trabalhar em estado consciente gera menos medo até porque a pessoa está o tempo todo consciente do processo. O que as pessoas têm medo é da perda do controle. Elas precisam perceber é que não há algo a perder.
Existem vários estados de consciência possíveis para o ser humano. O mais comum, que se tornou o estado padrão chamado estado normal, é o estado de vigília comum. Outro estado que também temos todos os dias ou noites é o do sono, que é outro nível. Há estados mais profundos e outros estados em que acessamos outros níveis de realidade que no estado de vigília não conseguimos. Esses estados se referem a outros níveis de realidade ou outros planos de existência, onde existem, portanto, outras consciências. Quando falo em consciência me refiro a alguma coisa que tem consciência de, que sabe de sua própria existência. Prefiro usar esse termo a falar de espírito, entidade, pois estamos falando de diferentes níveis de consciência que podem ser dotados ou não de um corpo ou de energia sutil. As consciências que se contactam por canalização sabem que existem. A explicação pela teoria dos estados de consciência é a mais adequada porque não entramos em mérito doutrinário do que é canalizado. Isso para nós não interessa, são nomenclaturas, conceitos, podem ser muitas das mesmas consciências com nomes diferentes, pois nós é que rotulamos. Prefiro trabalhar com canalização sem me preocupar com esses rótulos. Podemos trabalhar canalizando pessoas que já se foram, seres que chamamos de anjos ou devas, espíritos da natureza, pode se canalizar o espírito elemental que rege uma árvore, um cristal, uma floresta...
Qualquer pessoa em condições normais tem o potencial em maior ou menor grau de ser um canalizador. A canalização não é recomendada para pessoas com problemas mentais, já que inclui mentalização e meditação e essas pessoas não têm essa capacidade e interferem no processo.
O curso de canalização começa com técnicas de respiração, pois a respiração é uma das técnicas mais seguras e claras para desenvolvê-la. Inclui técnicas de mentalização e visualização, inclusive com muitas técnicas de meditação, pois tendem a acalmar a mente, e é o que se precisa para atingir o nível de canalização. Tanto para meditar quanto para canalizar a mente tem que se estar no prumo. Esse prumo é um estado que não permita ao nosso senso crítico comum complicar as coisas. Enquanto não é acalmado, amainado, a pessoa não consegue meditar nem canalizar, só quando termina o julgamento e a rotulação é que ela consegue se abrir para isso. Todas as técnicas do curso levam a essa não-rotulação, e então temos a parte prática que também inclui alguns testes, que as pessoas costumam apreciar bastante. São testes de potencial psíquico, testes de telepatia, de precognição, etc.
O curso dá a base. É um processo que terá que ser praticado por bastante tempo. Mesmo quem já esteja canalizando precisa fazer muitos exercícios para ir se burilando. E a meditação é um dos exercícios mais importantes. Cada vez mais podemos acessar níveis de consciência mais adiantados, mais avançados. Com o curso as pessoas já podem fazer um bom trabalho, desde que não tenham medo. No início da parte teórica são ensinadas as técnicas para a mente ficar focada nos aspectos mais positivos. A mente atrai aquilo ao qual está focada. É como um imã, é um processo magnético. Se fizéssemos inadvertidamente as técnicas para canalizar sem esse trabalho preparatório a pessoa poderia ter alguma experiência desagradável, porém ela mesma se bloquearia, então raramente chega a ser algo perigoso - o senso de preservação faz com que a pessoa corte qualquer experiência negativa. Quem já teve a experiência em viagem astral sabe que isso acontece. Quando estamos conscientes em outro nível a nossa mente está vendo coisas do nível em que ela está naquele momento. Se ela vê coisas muito feias é porque está desarmonizada, se vê um ambiente muito bonito ou algum ser de luz é porque nossa mente está harmonizada. E pode ser algo do momento em que ela está. Toda vez que vamos trabalhar com canalização fazemos essa assepsia, limpamos a mente para evitar esses riscos. A canalização também pode levar à projeção astral, mas não é comum. A projeção é quando acontece a projeção de consciência em estado de vigília, não de sono; às vezes o canalizador consegue fazer isso. No curso se fala também sobre a canalização de coisas incompreendidas, psicografia de línguas diferentes ou de símbolos que geralmente não têm uma interpretação.

13 - Hierolinguística

Curso sobre línguas sagradas, simbolismo esotérico universal, linguagens e o sagrado nas línguas e tradições espirituais ao longo da História.

A principal diferença entre a definição de “língua” e “língua sagrada” é o fato de que, se a língua tem uma origem social, tem raízes essencialmente religiosas. Todas as línguas antigas teriam surgido em circunstâncias "misteriosas e divinas". A escrita, como forma de representação destas línguas, é cercada de uma sacralidade sem par. Assim, o sânscrito, por exemplo, é considerado a língua dos devas (deuses). O hebraico é a língua dos “anjos” (mensageiros de Deus). A língua e a escrita egípcia seriam obra do deus Toth (o detentor do poder criador do Verbo Divino).

Todas as línguas antigas, tenham ou não desenvolvido uma escrita, eram originalmente sagradas, cercadas de um caráter santo e utilizadas em circunstâncias ritualísticas. Uma “língua sagrada” é, então:

“Uma convenção de natureza místico-religiosa, portanto social, originada natural ou artificialmente, e utilizada por um corpo religioso-sacerdotal em seus ofícios, mitos e ensinamentos, convenção esta composta de unidades de significado de natureza universal baseadas na idéia de que há uma relação intrínseca entre o som produzido pelo aparelho fonatório humano e os mais secretos princípios do cosmos.”

Esta “convenção” a que chamamos de “língua sagrada” é “composta de unidades de significado de natureza universal”, derivadas de uma capacidade atributivo-associativa da mente humana, que vê nos mesmos objetos, muitas vezes devido às próprias características óbvias destes objetos, quase sempre as mesmas relações de significado, o que pode ser comprovado pelo estudo da etimologia de diversas línguas antigas.

O curso de Hierolinguística explora os seguintes campos envolvendo línguas sagradas e linguagem simbólica: Hierolinguística (do grego hierós, “sagrado, santo”, e linguística, “o estudo da língua em si mesma e por si mesma”), o estudo das línguas sagradas ou do caráter sagrado, religioso e sacerdotal das línguas, mortas ou não; Hierosemiologia (do grego hierós, sēmeion, “signo” e logos, “discurso, estudo”), o estudo da existência dos signos lingüísticos no seio da vida sócio-religiosa, ou então, o estudo dos signos, sinais e sistemas de sinais empregados em comunicação, sobretudo nas línguas sagradas; Hierosemântica (do grego hierós e semântica, estudo das alterações de significados ou da significação das palavras através do tempo e do espaço), o estudo das alterações de significado das palavras que constituem as línguas sagradas e os resquícios delas nas línguas modernas, se os há.

Hierolinguística se propõe a ser uma ciência para estudar as línguas e linguagens sagradas. É um modo de colocar em moldes mais científicos a lingüística comparada, a mitologia comparada e mesmo o estudo comparado das religiões, incentivado por Helena Blavatsky. É muito importante a leitura das obras dela nesta busca pelo sagrado e pelo espiritual.

Todas as línguas, em sua origem, não só tiveram um caráter sagrado, como suas palavras foram consideradas a manifestação mágica do Verbo divino, o Princípio Criador ou Manifestante do Universo. As primeiras palavras nasceram cercadas de uma aura divina, com sentidos muito mais profundos que aqueles que pudéssemos analisar pela etimologia convencional, que reconhece apenas o significado comum das raízes de uma língua. Haveria, então, uma espécie de Etimologia Sagrada, muitas vezes referida na Cabala, segundo a qual a formação das palavras das línguas sagradas mais antigas segue uma regra de Som e Arquétipo, isto é, o som representa um princípio cósmico original (um padrão ou modelo), cuja aplicação como lei vai do plano divino ao humano.

A idéia de uma Hiero-etimologia (do grego hieros, “sagrado”; étimos, “verdadeiro”; logos, “discurso”) traz a noção de que o verdadeiro ou primordial modo de discurso foi o sagrado. Cada som constituinte de uma palavra tinha o seu sentido próprio que, unido aos demais, formava um conceito mais amplo, sendo este conceito, na origem, o que hoje conhecemos como as raízes de uma língua. Pānini, o grande gramático hindu, já havia percebido que as palavras originaram-se de raízes tão antigas, que o significado exato de muitas não era mais conhecido em seu tempo. A Cabala reconhece que muitas palavras da Bíblia hebraica não podem ter seu significado conhecido por completo sem o uso de operações interpretativas, entre elas o Notarikon, que consiste em analisar detalhadamente cada letra componente da palavra. Neste sistema, as letras são espécies de “ideogramas” (ou "hierogramas"), guardando um sentido sagrado de “revelação divina”. O mesmo vale para os Vedas e as letras do Devanāgarī, o alfabeto sânscrito.

14 - Botânica Oculta

Curso teórico e prático sobre a relação das plantas com as energias astrológicas, cabalísticas e alquímicas. Não se trata de um curso de fitoterapia, mas do uso energético das plantas em rituais e invocações mágicas gerais. Ensina, entre outras coisas, a identificar o planeta-signo-elemento regente de QUALQUER planta simplesmente pela observação de suas características.

Ensina a conhecer a fundo o mundo das plantas do ponto de vista do Ocultismo, suas relações com o Macrocosmo (Universo) e com o Microcosmo (o homem), tudo de acordo com a Cabala e as teorias de Paracelso, o famoso médico e alquimista.

O curso ensina as bases da Botanogenia, da Fisiologia Vegetal e da Fisiognosia Vegetal, cujas características se aproximam mais da Ciência Oculta do que daquela oficialmente reconhecida.

A Botanogenia ensina os princípios cosmogônicos, cujos germes em ação produzem na Natureza o reino que nos ocupa; a Fisiologia vegetal estuda as forças vitais que, em sua constante evolução, constituem seu alimento e desenvolvimento; a Fisiognosia vegetal, ciência dos Signos ou ciência das Correspondências Astrais, ensina a conhecer, por seu aspecto exterior, as forças secretas de cada uma das plantas.

O curso inclui lista de várias plantas conhecidas com suas regências planetárias e uso energético em rituais de prosperidade, proteção e magia branca em geral. Também ensina a potencializar o efeito energético das plantas através do uso de cristais.

15 - Música canalizada e mantras codificados

Alguns tópicos do curso: O que é canalização e como funciona na música; Seqüências cabalísticas; Música do nome pessoal; Nomes divinos codificados; Canalização musical; A música como potencializadora do processo espiritual; Prática com mantras, sequências cabalísticas e música canalizada ao vivo; Sons primordiais e relação com os Sete Raios; Descobrindo a música do Eu Superior; Santificação e despertar pela música espiritual; Elevação espiritual pela música canalizada; Uso do mantra “qadosh” para liberação de energia mal-qualificada; Meditação dirigida com mantras e Nomes Divinos codificados.

O curso se propõe a demonstrar os efeitos energéticos de uma nova Tecnologia musical espiritual para o Terceiro Milênio. A música emite uma frequência elevada e trabalha diretamente no nosso campo energético, gerando uma sintonização entre os sons com os diversos níveis de nosso ser e promovendo, inclusive, cura espiritual, equilíbrio emocional e psíquico no ser. Claro que isso depende do tipo de música que se ouve.

“A forma como se pode canalizar é bem variada, pode ser falando, escrevendo, desenhando, pintando, podem ser símbolos, música, inclusive existem várias pessoas que fazem isso no Brasil. A diferença de criar uma música como faz qualquer compositor e de alguém que canaliza é que o mote para aquilo tem um fundo espiritual e um objetivo específico, com fundamentação terapêutica; não é uma criação aleatória, é uma música sagrada de certa maneira. Então, pode-se canalizar toda expressão de linguagem, de comunicação.”
[Entrevista de Stekel concedida a Yannik D'Elboux (Curitiba, PR)]

A música canalizada tem, realmente, inúmeras aplicações. Pode ser usada para relaxamento, meditação, realinhamento dos chacras, energização, indução do sono, etc.

Em 1993, Stekel passou a pesquisar as possíveis relações da Cabala hebraica com os aspectos sutis da música. Descreveu este processo na edição digital do livro “Projeto Aurora – retorno a linguagem da consciência”. Eis os trechos mais relevantes:

“(...) Cada nota musical quer dizer algo no esquema do universo. Cada letra cabalística tem seu número, sua forma, sua cor e sua nota musical na escala diatônica. Quando transformamos em música uma palavra hebraica (...), o resultado não é dissonância, mas uma harmonia muito interessante. Quando escolhemos notas aleatoriamente, o resultado é dissonante. Portanto, o método não é ilógico.

Neste sistema podemos, teoricamente, controlar o significado e o efeito das letras que formam as palavras, transformadas em música. Como elas são regidas por notas musicais e não por compassos, duração ou outros componentes da música, quando temos a seqüência de sons, apenas a criatividade [ou, na verdade, um processo de “canalização”, hoje podemos dizê-lo] pode gerar uma melodia harmônica e sonora ao ouvido. Caso contrário, as notas devem ter todas a mesma duração, independente de qual seja. Cremos ainda, que uma nota com duração maior tenha seus efeitos intensificados. O fato de usarmos harmonias musicais junto a ela também deve ter efeitos simpáticos, positivos ou não, conforme o caso.”


Atualmente, além de produzir música pelo processo cabalístico codificado apresentado acima, Stekel também utiliza o método da canalização musical, que outros podem chamar de música espontânea. Por vezes, o resultado musical é apenas uma música cantarolada, sem letra, mas que toca o coração de quem ouve. Em outros casos, há uma letra, geralmente em hebraico, que depois pode-se ouvir e traduzir. O estilo da música também varia. Pode ser algo muito lento, tranqüilo, ou algo mais dinâmico, quase lírico. Um bom exemplo é a música “Koach Gavriel” (álbum “Stekel – remixes & new songs 2010”), onde canalizou-se a parte cantada instantaneamente, incluindo-se o acompanhamento posteriormente.

Há muito mais informação de qualidade espiritual na música do que podemos exprimir por palavras. Por isso, praticamente todas as religiões a colocam em lugar de destaque em suas estruturas (mantras, rezas, cantos gregorianos, ragas, spirituals, cantos tribais, hinos, invocações melódicas, etc.). A música “embutida” nas religiões pode ser chamada de “música de primeira geração”. Seu efeito terapêutico é verdadeiro, mas está conectada a valores arcaicos e sectários, e tem seus evidentes limites.

A música moderna, desde a popular, que toca nas rádios, até a world music, considerada “alternativa”, está no que chamamos de “música de segunda geração”. É a música do Século XX e ainda será a música de boa parte do Século XXI, cremos. Seu efeito é variado, pois esta música é muito variada, por vezes dinâmica e alegre, por vezes deprimente e triste. Seu verdadeiro diferencial é a tecnologia que usa e a criatividade.

Contudo, há uma nova forma de música que vem surgindo na Terra, uma música que usa a tecnologia criativa da segunda geração e o mote espiritual da primeira, mas sem a desarmonia de certos estilos da segunda geração ou a limitação sectária da primeira: É a “música canalizada”, recebida através de “sintonizadores” em várias partes do mundo há pelo menos duas décadas, e que vem se intensificando cada vez mais. Mas o que é essa música de terceira geração? Do ponto de vista técnico pode não ser muito diferente da música de segunda geração. Contudo, a forma como é criada (“sintonizada”) e o seu propósito são processos diferenciados. Esta música é uma nova forma de codificação da informação espiritual que nos é transmitida tanto por nosso próprio eu interior, quanto por consciências espirituais vivendo em outros planos, mundos ou níveis paralelos. Por isso mesmo, essa música tem o seu próprio simbolismo, gerando comandos subliminares, verdadeiros recados ao nosso eu imperfeito, para que este se aquiete e deixe fluir a mensagem do eu interno, que é o verdadeiro comandante. Se aceitamos estes recados, a energia flui sem barreiras por nosso corpo físico, emocional, mental, etc, ativando chacras, potenciais adormecidos e quebrando padrões de comportamento cristalizados. Tudo isso é necessário para termos um mundo novo, ou antes, uma nova humanidade...

Uma música canalizada pode ser uma espécie de “auto-retrato” (quando vem do próprio eu interior) ou a captação da energia mais sutil de outra pessoa (cada um emite uma vibração peculiar), ou ainda a captação do ambiente, da inspiração de mentores invisíveis ou de uma coletividade espiritual. É uma verdadeira “tecnologia musical espiritual” para o Terceiro Milênio, capaz de nos aproximar do que os antigos indianos chamavam de “som cósmico criador” (shabda). Todos temos relação com este som, de modo que cada um de nós possui uma “nota de harmonia”.

16 - Estratégias da Luz para o Novo Milênio

O curso se propõe a ensinar técnicas para o enfrentamento da crise do início do Novo Milênio. Dá dicas para o enfrentamento da crise de sempre e da crise anunciada. Tudo baseado nos princípios espirituais universais, na Cabala, Budismo e Universalismo.

“Luz”, para efeito deste curso, se refere à própria espiritualidade em seu sentido universal. Portanto, este é um trabalho de cunho universalista, e não proselista ou relacionado a uma doutrina espiritual em particular. Isso significa que você provavelmente irá identificar elementos de várias práticas espirituais nas dicas que apresentaremos. Independente de suas convicções espirituais, você poderá aplicar todas as dicas sem que isso venha a confundir suas crenças ou obrigar você a mudá-las em sua essência. Ajudaremos, sim, você a mudar os seus padrões condicionados que são a causa da crise já instalada há eras sem conta. Também ajudaremos você a sair da onda alarmista da “crise anunciada” que aumenta a cada dia, impulsionada por teorias da conspiração, imprensa sem critérios, emails falsos, pseudo-líderes espirituais aproveitadores, pessoas equivocadas com pouca cultura espiritual e mistificadores catastrofistas de toda a sorte.

“Luz”, como sinônimo de “espiritualidade”, se opõe a “crise” = “trevas”, que é sinônimo de “materialismo”, ignorância do que seja uma consciência superior, não condicionada a ilusões nem apegada ao que é impermanente. Luz = amor = mente consciente = compaixão = solidariedade. Trevas = ódio = mente vulgar = indiferença = descaso com o outro. É importante sabermos qual caminho estamos tomando, porque isso vai interferir no modo como vemos a “crise”, como a enfrentamos e como vamos superá-la.

A Crise de Sempre - Luz como antídoto para as Trevas: A chama mais tênue de uma vela ou faísca é capaz de vencer a mais tenebrosa escuridão. Então, um pouco de luz em nossos corações terá a capacidade de dissolver muita ignorância. Lembre disso quando se sentir tentado a cair em pensamentos de ódio, arrogância, violência, mentira, revolta e fala ríspida. Analise sua mente no exato momento em que estas tendências surgirem e logo sua fúria se aplacará e lhe evitará que uma grande quantidade de energia vital se perca em meio aos pensamentos desconexos de uma mente em conflito.

A Crise Anunciada - Além da Crise de Sempre, aquela que todos temos que superar desde o momento em que nascemos, há a Crise Anunciada, um fenômeno moderno e bastante intenso, que tem tomado conta da vida de bilhões de pessoas. Esta Crise envolve vários tópicos, mas todos acabam por se cruzar em algum momento. Se mesclam, se reinventam e causam cada vez mais, envolvem economia, religião, novas crenças e o medo da violência. Só para elencar alguns tópicos:

Crise Econômica (crise mundial, fome em larga escala em determinados países, desemprego, descaso das políticas públicas, etc.); Crise religiosa (as religiões tradicionais, em desvantagem frente a crenças modernas e mais abertas, lançam-se em campanhas fundamentalistas para manter visões medievais); Fundamentalismo e Terrorismo (política e religião misturam-se nesta paranóia, bem como crenças medievais x visão moderna com relação às mulheres, minorias religiosas, homossexuais e sacerdócio); Mudanças Climáticas (independente dos fatos, uma atitude negativista e apocalíptica tem impedido muitos de agirem com mais racionalidade em favor do planeta e de seus habitantes); Alarmismo (Uma atitude catastrofista vendida como solução para os problemas do mundo tem causado muito mais mal do que bem; a paranóia de 2012 tem deixado muitas pessoas com medo de perder tudo o que têm e um egoísmo sadomasoquista está tomando conta do mundo; novas teorias da conspiração surgem a cada dia); Pseudoprofetismo (vários aproveitadores se apresentam como “salvadores”, “canais” de mestres e extraterrestres e investem-se de uma falsa autoridade para fixar datas de catástrofes, número de eleitos e atitudes que possam garantir alguma proteção e segurança durante uma falsa iminência do fim do mundo ou da civilização).

17 - Curso "Meditação & Autocura de Maitreya"

ATENÇÃO: Este novo curso de Paulo Stekel tem por objetivo ajudar pessoas comuns não-conectadas a qualquer religião ou tradição oriental (hinduísmo, yoga, budismo) a praticarem meditação e conhecerem o método de autocura baseado nos ensinamentos de Maitreya, o próximo Buda. É um método para leigos e não significa qualquer compromisso religioso com qualquer linhagem que seja, a não ser com sua própria Natureza Essencial Primordial.



O que é: Um curso teórico e prático em dois módulos de 12h cada sobre a autocura baseada em autocontrole mental, serenidade, compaixão e amor incondicional conforme os ensinamentos de Maitreya (o próximo Buda).

Objetivo: O módulo I objetiva ajudar o indivíduo a cultivar o amor incondicional, através da mudança de postura, limpeza mental, identificação dos vícios e modos de ignorância padronizados. Isso trará uma serenidade adequada para o desenvolvimento do módulo II, que objetiva ensinar a técnica de autocura de Maitreya a ser usada no dia a dia em três níveis de aplicação.

A quem se destina: A qualquer pessoa interessada no autoconhecimento e na cura de si mesmo, para poder ajudar na cura dos demais. Especialmente adequado para terapeutas holísticos, professores, instrutores espirituais, jovens e interessados em meditação. Não há necessidade de conhecimento prévio sobre ioga ou meditação.

Módulo I – Aprendendo a cultivar Amor Incondicional (12h/aula)

- O Estado Mental Paradisíaco;
- O Estado Sereno de Paz Ativa;
- Entendendo Medo, Aceitação, Conflito, Amor e Liberdade;
- O Estado Natural de Transcender a Realidade;
- Realidade Exterior e Realidade Interior;
- O Estado Universal de Fluir como a Vida;
- O Estado de Ação e Reação;
- O Estado do Poder Real;
- Aprendendo o desapego;
- O Estado do Amor Incondicional;
- Meditação dos Cinco Minutos;
- Práticas de postura, respiração, mantras e meditação;
- Introdução à Prática de Maitreya.

Módulo II – Despertando o Autocurador (12 h/aula)

- Buscando nossa Verdadeira Natureza;
- A Meta a ser alcançada;
- O Ser Desperto, O Caminho e a Companhia no Caminho;
- A Natureza do Ser Desperto e O Despertar;
- As Qualidades do Despertar e as Atividades do Ser Desperto;
- Trabalhando para atingir a Clara Realização;
- A Mente de Iluminação;
- As Seis Perfeições;
- As Práticas de Meditação e Acumulação;
- Percebendo o Meio entre os Extremos;
- Distinguindo Fenômeno e Essência;
- Concepção do Espírito de Iluminação;
- Ver as coisas como realmente são;
- Poder e Maturidade;
- Fé e Investigação Espiritual;
- Dedicação e Serviço;
- As Excelências;
- Desenvolvimento da Prática de Maitreya;
- Os três níveis para a autocura;
- Avaliando os resultados do processo.

Um comentário:

  1. Paulo, você é um anjo de Luz! Muito obrigada por tanto altruísmo e amor ao próximo! Adoro tua música e estou lendo teus textos neste Blog, confesso que estou encantada! Parabéns, querido amigo virtual. Tenho certeza de que já nos conhecemos...
    Beijos de Luz.

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