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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Música Canalizada Pessoal


A música emite uma frequência elevada e trabalha diretamente no nosso campo energético, gerando uma sintonização entre os sons com os diversos níveis de nosso ser e promovendo, inclusive, cura espiritual, equilíbrio emocional e psíquico no ser. Claro que isso depende do tipo de música que se ouve.

A música canalizada pessoal tem características distintas de uma música comum porque deve seguir certos parâmetros, por exemplo: se usamos parâmetros da Cabala, as notas tocadas na música devem refletir a energia da pessoa que solicita esta música.

Em uma entrevista, Stekel disse sobre a canalização de músicas:

“A forma como se pode canalizar é bem variada, pode ser falando, escrevendo, desenhando, pintando, podem ser símbolos, música, inclusive existem várias pessoas que fazem isso no Brasil. A diferença de criar uma música como faz qualquer compositor e de alguém que canaliza é que o mote para aquilo tem um fundo espiritual e um objetivo específico, com fundamentação terapêutica; não é uma criação aleatória, é uma música sagrada de certa maneira. Então, pode-se canalizar toda expressão de linguagem, de comunicação.”
[Entrevista concedida a Yannik D'Elboux (Editora Corpo Mente - Curitiba, PR)]

A música canalizada tem, realmente, inúmeras aplicações. Pode ser usada para relaxamento, meditação, realinhamento dos chacras, energização, indução do sono, etc.

Em 1993, Stekel teve a intuição de pesquisar as possíveis relações da Cabala hebraica com os aspectos sutis da música. Descreveu este processo na edição digital do livro “Projeto Aurora – retorno a linguagem da consciência”:

“Cada nota musical quer dizer algo no esquema do universo. Cada letra cabalística tem seu número, sua forma, sua cor e sua nota musical na escala diatônica. Quando transformamos em música uma palavra hebraica (...), o resultado não é dissonância, mas uma harmonia muito interessante. Quando escolhemos notas aleatoriamente, o resultado é dissonante. Portanto, o método não é ilógico.

Chamamos a este processo de transformar uma palavra hebraica ou sistemas logolingüísticos em sons musicais de “codificação de mensagens a partir de sistemas logolingüísticos correlatos em sistemas de harmonias musicais” ou, mais resumidamente, SISTEMA MELCOM (Mensagens Logolingüísticas Codificadas em Música).

Neste sistema podemos, teoricamente, controlar o significado e o efeito das letras que formam as palavras, transformadas em música. Como elas são regidas por notas musicais e não por compassos, duração ou outros componentes da música, quando temos a seqüência de sons, apenas a criatividade [ou, na verdade, um processo de “canalização”, hoje podemos dizê-lo] pode gerar uma melodia harmônica e sonora ao ouvido.”


Com o tempo, Stekel desenvolveu a idéia de que os nomes das pessoas também carregam vibrações, se as letras forem transcritas no alfabeto hebraico. Neste caso, deve-se considerar o som do nome, e não suas letras segundo nosso alfabeto. Deve-se usar a fonética hebraica para essa transcrição. Por fim, transformam-se as letras hebraicas do nome em notas musicais. No caso do nome “Paulo”, por exemplo, as letras hebraicas correspondentes são pê', 'álef, vav, lámed e vav (p'wlw, sem vogais).

Um detalhe: Para que a música codificada a partir do nome de uma pessoa tenha efeito, é necessário codificar o nome completo de nascimento.

A música canalizada é um processo recente no meio espiritualista mundial. Trata-se de uma sintonização musical seguindo alguns parâmetros. Um deles, é a sintonização de energias sutis relacionadas a pessoas, animais, plantas, paisagens, sentimentos, etc. Nos últimos anos, Stekel desenvolveu um outro tipo de processo musical que inclui a canalização, ao qual chama de “mantra codificado”. O mantra codificado é a transformação de palavras em notas musicais segundo processos derivados da Cabala Hebraica. Quando se obtém as notas exatas que devem fazer parte da música, então é sintonizada sua melodia final.

Uma música canalizada pode ser uma espécie de “auto-retrato” (quando vem do próprio eu interior) ou a captação da energia mais sutil de outra pessoa (cada um emite uma vibração peculiar), ou ainda a captação do ambiente, da inspiração de mentores invisíveis ou de uma coletividade espiritual. É uma verdadeira “tecnologia musical espiritual” para o Terceiro Milênio, capaz de nos aproximar do que os antigos indianos chamavam de “som cósmico criador” (shabda). Todos temos relação com este som, de modo que cada um de nós possui uma “nota de harmonia”. Descobri-la, é uma de nossas missões.

Música canalizada pessoal: A música canalizada pessoal é aquela feita para uma pessoa. Ela deve conter a energia desta pessoa, de modo a ajudá-la no processo de re-equilíbrio energético, emocional e espiritual. Para fazermos a música canalizada pessoal, precisamos do nome completo de nascimento da pessoa, bem como sua data completa da nascimento.

Este vídeo postado no YouTube detalha como se faz música canalizada (nele se pode escutar cinco músicas sintonizadas para pessoas que as solicitaram):

http://www.youtube.com/watch?v=NN2sfXkdY6I

Mantra codificado: O mantra codificado se diferencia um pouco da música canalizada convencional pelo fato de transformar as letras do nome da pessoa em letras hebraicas e depois, por processos cabalísticos, transformar tais letras em notas musicais dentro da escala cromática (7 tons e 5 semitons), que depois serão canalizadas devidamente em uma música harmoniosa.

Este vídeo do making off da música “Healing Sequence” mostra como um mantra pode ser codificado (neste caso, utilizamos letras hebraicas que correspondem à cura para fazer uma música com propósito específico):

http://www.youtube.com/watch?v=4VAqR5IfSIk

Benefícios da música canalizada pessoal: São muitos, com certeza, mas o principal é o de, trazendo a energia pessoal, ajudar no equilíbrio emocional, na auto-estima, no ânimo, na determinação e na alegria de viver. Cada música pessoal possui ainda qualidades específicas, dependendo do caso, mas todas trazem estes benefícios.

Ouça trechos de algumas músicas canalizadas pessoais e trilhas sonoras já sintonizadas por Stekel: http://www.4shared.com/audio/uBwBZGhe/Msicas_canalizadas_pessoais_tr.html ; http://www.4shared.com/audio/wTYMjBlQ/Apenas_Herois_Unio_de_Heris.html ; http://www.4shared.com/audio/FNfoem14/Apenas_Heris_Drama_de_Heris.html ; http://www.4shared.com/audio/42k68InS/Estilo_Zen.html .

Como fazer para obter sua música canalizada pessoal

Você pode solicitar vários tipos de música canalizada pessoal, conforme o caso. É possível encomendar uma música canalizada para uma pessoa, um casal, crianças, grupos inteiros, para um blogue, site ou consultório, trilha sonora canalizada para diversos fins (cursos, vídeos, eventos), música para métodos de meditação e sistemas de terapia holística, etc. Entre em contato conosco pelo email pstekel@gmail.com ou contate um de nossos Parceiros Autorizados: http://stekelmusic.blogspot.com/2011/08/parceiros-autorizados.html

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Numerologia Hebraica


O que é Numerologia Hebraica?

Trata-se de um sistema de numerologia diferente da numerologia pitagórica (de 1 a 9) e da numerologia cabalística baseada nos Arcanos do Tarô (de 1 a 78). Consiste em converter o nome original de pessoas ou empresas em português (ou qualquer outra língua) para a sua forma hebraica, de acordo com as regras fonéticas e ortográficas desta língua. A análise baseia-se mais no som do que na forma de se escrever o nome.

Os dados necessários são nome completo de nascimento e data de nascimento. As pessoas que possuem nome de casamento também podem incluir esse dado para uma análise complementar. Também podem incluir a assinatura para uma análise especial. Do nome em hebraico é que são feitos os cálculos que indicam o número de vida (principal) e os números menores que influenciam nossa vida. A data de nascimento serve para definir o destino cármico. Os números analisados podem ir de 1 a 400. Mesmo os números acima de 400 são analisados nesta base.

Também é indicada a energia angélica do nome, sua cor, dia da semana e números favoráveis. Por fim, é definido o "mantra hebraico" no qual vibra o nome e que tem a propriedade de harmonizá-lo. Este mantra pode ser pronunciado pela pessoa todos os dias, num mínimo de SETE vezes, voltando-se para o NASCENTE e concentrando-se nos objetivos pessoais.

Como se pode imaginar, o numerólogo que se proponha a trabalhar com Numerologia Hebraica deve conhecer a língua hebraica (língua-mãe da Cabala) o suficiente para poder converter os nomes para este idioma e analisar os possíveis nomes sagrados a que os números encontrados correspondam.

Um detalhe importante: Numerologia não é adivinhação. Ela apenas apresenta tendências gerais da pessoa ou empresa e também sugere algumas modificações nas atitudes que possam ser prejudiciais ao indivíduo, quando isto se faz necessário.
Tópicos da Numerologia Pessoal:

1 - Análise do número de letras e palavras hebraicas: Define as características gerais da personalidade. O número de letras e palavras equivale à primeira impressão que a pessoa deixa no outros. Não se refere à alma do indivíduo, mas sim como os outros o vêem.

2 - Análise da data de nascimento: Define o destino cármico da pessoa, pois a data de nascimento não pode ser mudada. Para vencer possíveis tendências desfavoráveis definidas pelos números da data de nascimento a pessoa precisa ter força de vontade e um objetivo muito nobre na vida.

3 – Análise da soma do nome original: É de onde derivam as regências principais em sua vida. Cada pessoa possui entre 06 e 18 números regentes, conforme a extensão do nome.

4 - Interpretação dos números cabalísticos do seu nome: Inclui aspectos numerológicos, astrológicos, simbólicos e palavras sagradas hebraicas relacionadas com cada número, sua positividade e o que pode ser feito para debelar influências de números desajustados.

5 - Mantra Hebraico para equilibrar as energias do nome: Composto a partir das palavras sagradas relacionadas a cada número do nome, serve para traduzir o nome original em uma energia angélica totalmente corrigida e favorável em todos os níveis da vida.

Modalidades:

Numerologia Hebraica Pessoal

Feita para uma pessoa através de seu nome completo original e data completa de nascimento. Custo de R$ 150,00


Numerologia Hebraica Empresarial

Feita para uma empresa, organização ou grupo de pessoas (sócios, casais, grupos musicais, etc.) através dos nomes completos das organizações e seus sócios/membros e da data de nascimento das mesmas.

Até 02 (dois) sócios – Custo de R$ 250,00

A partir de 03 (três) sócios – Custo de R$ 400,00

Como solicitar sua Numerologia Hebraica

Contate diretamente pstekel@gmail.com

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Cursos de Stekel (workshops, palestras e seminários)

Temas: Todos os temas abaixo descritos podem ser ministrados nos formatos palestra, workshop ou seminário em módulos e são conduzidos por Paulo Stekel.

Atenção 1: Se você está interessado em qualquer dos cursos abaixo, envie email para pstekel@gmail.com para saber quando haverá algum deles em sua cidade ou região.

Atenção 2: Se você é terapeuta holístico, administrador ou coordenador de um espaço, centro ou grupo holístico, de esoterismo ou psicologia transpessoal, pode solicitar que qualquer dos cursos abaixo seja ministrado em seu espaço, em qualquer lugar do Brasil. Para isso, contate pelo email pstekel@gmail.com e faça sua proposta.



1 - Cabala (com noções de Hebraico)

Os objetivos deste curso vão desde ensinar as bases do Hebraico antigo para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os Nomes Divinos ou os nomes dos anjos, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos da Bíblia e da Cabala (como o Sefer Yetsirah e o Sefer Ha-Zohar). Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

No curso você aprenderá as bases da escrita hebraica, as vogais e as consoantes, os sinais de leitura, os primeiros vocabulários e as primeiras noções da gramática da língua hebraica antiga e do Aramaico (a língua dos tempos de Jesus), os mistérios do alfabeto hebraico, os numerais, o caso construto e o absoluto, a numerologia metafísica, entre muitos outros temas.

O curso tem uma visão holística e complementar, indo além dos conceitos espirituais envolvidos na Tradição da Cabala, por vezes relacionando-os com outras tradições espirituais, como o Vedanta, o Yoga, o Gnosticismo e o Cristianismo.

Este curso foi criado porque sempre sentimos a falta de um estudo universalista que acomodasse num mesmo trabalho a gramática hebraica e os princípios da Tradição da Cabala, geralmente assuntos tratados em separado nos cursos disponíveis no Brasil.

Alguns tópicos do curso: Noções ortográficas; Consoantes e Vogais hebraicas; Conceito de Cabala; A Tradição Hebraica e a Cabala; Tonicidade e Acentos; A Árvore da Vida na Cabala; As 32 Sendas – chave de números e letras; Correspondências astrológicas no Sefer Yetsirah; Relação entre os Nomes Sagrados e os Números; Kethiv e Qerê; Pronomes Hebraicos; O Artigo; Ensinamentos da Cabala Mística; O Vav Conjuntivo; Preposições inseparáveis; Gênero e Número dos Substantivos; Noções de Aramaico; Mistérios do alfabeto; O Construto e o Absoluto; Trechos do Zohar para estudo; O Adjetivo; Pronomes Interrogativos e o Relativo; O Comparativo e o Superlativo; Vocabulário especial do Antigo Testamento (com freqüência); Numerais Cardinais; Numerais Ordinais; O Verbo Hebraico; O Código Secreto da Bíblia; Cabala e Judaísmo; Cabala Literal, Dogmática e Luriânica; Numerologia Metafísica; Anjos; Teurgia; Operações Cabalísticas; Noções de Magia Cabalística e Invocações Angélicas.

2 - Filosofia Indiana (com noções de Sânscrito)

Os objetivos deste curso vão desde ensinar as bases do Sânscrito Clássico para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os nomes das divindades, dos chacras ou os mantras, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos védicos, os ensinamentos do Yoga, os sutras budistas, etc. Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

No curso você aprenderá as bases da escrita Devanagari, a mais utilizada para se escrever em Sânscrito, as vogais e as consoantes, os sinais de pontuação (que são poucos), os primeiros vocabulários e as primeiras noções da gramática da língua sânscrita clássica, as regras de eufonia (Sandhi), a declinação e seus casos. Há ainda noções de Páli (a língua canônica do Budismo do Sul), Canto Védico e sânscrito arcaico.

O curso tem uma visão holística e complementar, indo além dos conceitos espirituais envolvidos nas Tradições Indianas (Vedanta, Yoga, Jainismo, Hinduísmo, Budismo), fazendo correlações com a espiritualidade universal.

Este curso foi criado porque sempre sentimos a falta de um estudo universalista que acomodasse num mesmo trabalho a gramática sânscrita e os princípios das tradições espirituais a esta língua associados, geralmente assuntos tratados em separado nos cursos disponíveis no Brasil, ou então, sempre com um viés sectário.

Alguns tópicos do curso: Situando a língua sânscrita; Vogais (formas iniciais, médias e ditongos); Letras invariáveis; Consoantes (guturais, palatais, cerebrais, dentais, labiais, semivogais, Sibilantes, Ha, Ksa); Chacras – uma visão comparativa; Os Vedas; Mantras – sons sagrados; O conceito indiano de Deuses e Demônios; Consoantes compostas; Considerações sobre a pronúncia do Sânscrito; Noções de Canto Védico; Glossário comparativo; Introdução à Mitologia Védica; Regras de Sandhi ou Combinação Eufônica de Letras; Nomenclatura gramatical sânscrita; Introdução à Conversação em Sânscrito – Laukika Samskrtam; Declinação; O Sânscrito como Palavra Divina; O poder do silêncio e do Om; Graus de Comparação; Numerais Cardinais; Numerais Ordinais; Pronomes; Métrica no Sânscrito Clássico; O Verbo Sânscrito.

3 - Magia Cabalística I

Pré-condições: 1ª - Ter feito o Curso de Cabala (com noções de Hebraico), pois a magia cabalística requer conhecimentos prévios das letras hebraicas, da pronúncia, da leitura e da gramática, além das noções principais da Tradição da Cabala. 2ª – Ter sido aprovado na entrevista de avaliação chamada Teste de Ética-Disciplina-Compromisso, para assegurar que o aluno somente utilizará para o bem aquilo que aprender em magia cabalística.

Alguns dos tópicos do curso: O poder mágico das letras hebraicas; bases da angelologia e da teurgia; o poder da Árvore da Vida; sefiras invertidas; o que são os shedim e sua aplicação na magia cabalística; o uso mágico das Lamentações de Jeremias; invocações com os salmos dos 72 anjos cabalísticos; nomes e contranomes para invocação angélica; criação de anjos e shedim pela numerologia cabalística; uso de tabelas numéricas em invocações; traçados de círculos mágicos.

4 - Magia Cabalística II

Pré-condições: 1ª – Ter feito o Curso de Magia Cabalística I, que dá as bases do processo mágico. 2ª – Ter sido aprovado na entrevista de avaliação chamada Teste de Ritualística, para assegurar que o aluno, agora um discípulo, aprendeu tudo o que devia no Curso de Cabala e no Curso de Magia Cabalística I, especialmente a responsabilidade ética pela Magia da Luz e a compreensão dos riscos da Magia Negra, e está apto a praticar os rituais com toda a força de sua mente conectada ao Plano do Absoluto.

Alguns dos tópicos do curso: Pantáculos, Pentáculos e Mandalas Cabalísticas; Instrumentos Mágicos em Magia Branca; Ritualização de objetos mágicos; Invocação do Anjo Pessoal; Invocação aos Elementais; Invocação aos Shedim; Uso de Incensos, Cristais, Plantas Mágicas e Símbolos para invocação; Orações cabalísticas nas invocações teúrgicas; Como desviar Magia Negra; Formas-Pensamento Mágicas para Proteção; Confecção de Pantáculos em Medalhas de Prata; Ritualização de imagens angélicas (terafim); Rituais Cabalísticos para Saúde, Prosperidade, etc.

5 - Tarô Cabalístico

Este é um curso sobre a arte sagrada da Predição (ato de prever) pelas cartas do Tarô. Alguns tópicos foram aprofundados, visando dar uma idéia da realidade deste sistema tradicional e o fato de que, por detrás dele, há toda uma Sabedoria esotérica milenar, sustentáculo de todo o conhecimento que o estudo das cartas pode nos proporcionar.

Através deste curso, o estudante não só aprenderá a interpretar as cartas no que concerne a indagações cotidianas suas e de outros (a "consulta"), terreno da Taromancia, como também a interpretá-las no concernente à metafísica e às questões pessoais de cunho espiritual, terreno da Tarologia.

Ao invés de ensinar o Tarô no estilo desfigurado e vulgar que se tornou tão comum hoje em dia com tudo o que se refere à Tradição Esotérica, preferimos, neste curso, apresentar uma introdução ao Simbolismo Universal que era transmitida aos "candidatos" à Iniciação nas artes divinatórias (ou adivinhatórias) dentro dos Templos da Antiguidade. Apenas traduzimos aquela linguagem ancestral para um sentido compreensível na atualidade, sem modificar um átomo que seja da essência do conhecimento transmitido durante séculos.

Se você deseja aprender esta arte sagrada para depois continuar considerando-a sagrada, fazendo o correto uso da mesma, indubitavelmente captará as verdades sutis que o Tarô encerra em suas entrelinhas, as quais ficam totalmente a salvo dos que o estudam sem alma, apenas com o intelecto.

É importante saber que este curso faz uma distinção clara entre Taromancia e Tarologia. A Taromancia é a arte de utilizar o Tarô em seu aspecto de cartomancia, isto é, para prever o destino dos indivíduos, sem que o taromante, neste caso, esteja muito preocupado com a profundidade metafísica do simbolismo das cartas que usa. Assim, o taromante faz uma interpretação muito superficial e limitada do que realmente mostram os símbolos e arquétipos das cartas. A Tarologia é o estudo sistemático e profundo do simbolismo das cartas do Tarô, o que permite ao tarólogo analisar o destino dos indivíduos de uma forma muito mais precisa, pois este está capacitado a interpretar as cartas em toda a sua complexa simbologia metafísica, cabalística, astrológica, numerológica, mitológica e alquímica.

Apesar de apresentar o uso taromântico do Tarô (para consultas pessoais), este é um curso especialmente de Tarologia, visando incentivar a criação de intérpretes completos nesta arte sagrada, que sejam capazes de avaliar qualquer situação, por mais crítica que seja, e que possam dar o conselho certo na hora certa.

Alguns tópicos do curso: A Predição - procedimentos, disciplina e ética; O simbolismo do Tarô; Os símbolos e a Iniciação; Origem do Tarô; A inspiração pelo Tarô; A Cabala como chave para a interpretação; Arcanos Maiores - Divisão e significado; Arcanos Menores - Divisão, regência, significado e aspectos iniciáticos; Parte prática: Aritmologia, Método numerológico para os Arcanos Maiores, Método astrológico para os Arcanos Menores. Teste final do curso: o aluno faz uma consulta de tarô para o instrutor.

6 - Anjos & Numerologia Cabalística

Qual o motivo de um curso aliar a Angelologia com a Numerologia Cabalística? Na verdade, a Numerologia Cabalística é diferente da Pitagórica. A Numerologia Cabalística tem uma função específica, que é descobrir a missão de vida da pessoa e reconectá-la ao Plano Divino. Então, para isso, é necessário que o numerólogo cabalista interprete as mensagens divinas escondidas sob as letras do nome, a data de nascimento e outros sinais da pessoa. Estas mensagens são entendidas como “anjos”, e recebem nomes angélicos que podem ser utilizados em invocações mágicas para atrair as energias divinas e afastar as trevas que envolvem a pessoa. Por isso, é necessário que o numerólogo cabalista conheça não só as letras hebraicas, os números, seus significados, mas também os anjos, porque eles são a solução para as desarmonias encontradas nas informações da pessoa.

Neste curso são ensinadas as letras hebraicas, seus significados no mundo, as relações com determinados Nomes Divinos, as relações numéricas e como converter qualquer alfabeto em letras hebraicas para efeito dos cálculos. Também é ensinada a doutrina mágica dos anjos (um nível mais profundo que a doutrina teológica) para efeitos de correção dos problemas identificados na numerologia da pessoa. A doutrina mágica inclui a técnica de criar anjos em forma-pensamento e, ocasionalmente, imagens angélicas (terafim).

7 - Geometria Cabalística Sagrada

Curso que objetiva ensinar as bases do simbolismo universal através da Cabala. O curso inclui noções de numerologia cabalística, aritmologia, astrologia, alquimia, geometria sagrada e filosofia esotérica.

Alguns tópicos do curso: A natureza das formas; formas e números; números e anjos; essência-forma-número; criação de formas; harmonia das formas; medidas bíblicas e seu significado esotérico; medidas da Arca de Noé; medidas da Arca da Aliança; medidas do Templo de Salomão; medidas sagradas e suas relações com a Cabala no judaísmo e cristianismo; o poder místico das formas geométricas e sua relação com as letras hebraicas; como codificar e decodificar Nomes Divinos em formas sagradas; assinaturas celestes em Teurgia e sua relação com geometria sagrada.

8 - A Arte Cabalística de Abençoar através dos Nomes Divinos

Tem o objetivo de sintonizar as pessoas com os Nomes Divinos relacionados a sua missão de vida, propósitos, anseios espirituais e compassivos, capacidade de auto-cura e de reequilíbrio energético, harmonia com todos e superação de obstáculos. O trabalho pode ser compreendido em quatro níveis:

1 – Arte: Vem do Latim Ars, que significa “técnica ou habilidade”. É a atividade humana feita a partir da percepção, das emoções e das ideias, com o objetivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores. O trabalho proposto por Stekel é, neste sentido, uma “Arte da Consciência”, objetivando ampliar e expandir a Consciência para níveis mais profundos, capazes de regular e corrigir instâncias de percepção equivocada em nossa consciência do dia-a-dia, mais ligada ao mundo material que aos sentimentos do espírito.

2 – Cabala: É um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina em suas variadas manifestações e relações com o mundo. “Cabala” (ou Qabbalah) é uma palavra de origem hebraica que significa “recepção”. Faz parte da vertente mística do judaísmo, mas traz conhecimentos universais encontráveis em outras tradições esotéricas, como a gnose, o sufismo e o yoga. A Cabala visa conhecer a Deus (em Três níveis) e o Universo (em Quatro níveis).

3 – Bênção: A palavra “Bênção” vem do Latim Benedictionis, que significa “bênção, dádiva”. Bendizer é “dizer bem, louvar, elogiar”. Então, bênçãos são boas palavras, cheias de benevolência, as coisas bem ditas e com um propósito benéfico e bem definido em favor de alguém, que pressupõem um efeito no mundo espiritual, de modo a afetar o mundo físico, fazendo com que o desejo se cumpra. Em hebraico, “bênção” é Berakhah, que tem o sentido de algo que é aumentado pelas palavras bem ditas, carregadas de força divina. Tudo o que desejamos no mundo (físico e/ou espiritual) é aumentado pelo poder da bênção.

4 – Nomes Divinos: São a melhor forma de abençoar, pois os Nomes Divinos são palavras plenas de força cósmica, de cura, alegria, energia, harmonia e justiça. Há 03 tipos de Nomes Divinos cabalísticos que são ensinados neste trabalho: Os Dez Nomes Divinos (Nomes de Deus ligados às Dez Classes Angélicas), Nomes Angélicos (representações da ação divina no mundo), Nomes Qualificativos (poderes, qualidades e palavras benéficas relacionadas ao bem e à luz).

Neste trabalho os participantes aprenderão a utilizar os Nomes Divinos que representam a sua própria Divindade adormecida (Eu Superior) através da bênção diária. Usando tais nomes conscientemente e com propósitos bem definidos seja para os outros, seja para si mesmos e para diversos propósitos benéficos, os resultados serão cada vez melhores.

9 - Meditação da Ascensão

Trata-se de uma vivência conectada ao segundo álbum de Stekel, "Galaktika - an internal space travel". Também chamada de "Meditação de Representação da Ascensão", é um trabalho com música canalizada destinado a auxiliar na purificação espiritual nestes tempos tão caóticos.

“A Meditação de Representação da Ascensão é uma vivência realizada enquanto se escuta os 76 minutos do álbum “Galaktika”. Através da audiência dirigida das 14 faixas musicais do álbum, você entenderá como se processará o seu retorno à luz, sua vitória sobre o sofrimento e quais são suas prioridades individuais a serem desenvolvidas para que o processo se desenvolva com mais rapidez.

Nestes tempos de caos e insensibilidade a música espiritual nos ajuda a sintonizar a luz maior e a abrir o coração ao discernimento daquilo que importa e daquilo que deve ser abandonado...”
(Stekel)

Na verdade, após a conclusão da meditação haverá uma interpretação do processo de cada participante, servindo como orientação para o direcionamento da busca espiritual nestes tempos de mudança.

10 - Meditação com os Mantras dos Planetas e dos Signos

Um trabalho de sintonização conectado ao sétimo álbum de Stekel, "The Planets - for XXIst Century" (Os Planetas - para o Século XXI). A meditação dura apenas um dia, mas segue uma estrutura ascendente em onze fases, correspondentes aos sete planetas da Astrologia dos Antigos (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno), aos três planetas transcendentais (Urano, Netuno e Plutão) e à própria Terra, como mãe da Humanidade. A dinâmica do trabalho envolve meditação, música, preleção e trabalho com os códigos planetários e mantras codificados baseados na Cabala e na Filosofia Merkavah (ou Merkaba), que é um conceito zohárico de Ascensão da Humanidade à Consciência Crística como forma de ativar o advento da Nova Era de Paz e Harmonia. Em cada fase, são trabalhados os seguintes aspectos do Ser, direcionando-o para a Ascensão:

01 – Sol: Através de códigos sonoros e cabalísticos musicais de conexão com as energias astrológicas junto com mantras codificados a partir do Hebraico, o trabalho com a energia do Sol visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o Masculino, o Pai, o impulso do poder, a personalidade, o ego, o Eu Superior e a Força Criadora. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Leão, ajuda na conexão com o Eu Interior, favorecendo a manifestação do “brilho” pessoal.

02 – Mercúrio: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a intelectualidade, a mente, a necessidade intelectual, a forma de expressão e nossa capacidade de comunicação. Especialmente potente em pessoas dos signos de Gêmeos e Virgem, ajuda a melhorar a capacidade de raciocínio e de comunicação.

03 – Vênus: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o afeto, o amor, a necessidade social, o senso de valores, a beleza interior e a harmonia nos relacionamentos. Especialmente potente em pessoas dos signos de Touro e Libra, ajuda a equilibrar os afetos, mostrando do que você realmente gosta.

04 – Lua: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o Feminino, a Mãe, as emoções, a proteção familiar e a força reprodutora. Especialmente potente em pessoas do signo de Câncer, ajuda a evitar altos e baixos emocionais.

05 – Marte: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a força, a energia, a determinação, o sexo saudável, a ação, o impulso agressivo, a iniciativa, a coragem e a capacidade de vencer obstáculos. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Áries, ajuda a dar mais energia onde ela é realmente necessária.

06 – Júpiter: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a capacidade de crescimento, educação, aprendizado superior, o impulso de benevolência e proteção. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Sagitário, ajuda na energia da expansão, da boa sorte e do lazer.

07 – Saturno: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar nossa relação com o tempo, o envelhecimento, o Mestre Interior, a prudência e a paciência, o impulso de segurança e garantia. Especialmente potente em pessoas do signo de Capricórnio, ajuda a reconhecer o mestre nas situações cotidianas, aumentando a sensação de segurança.

08 – Urano: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a originalidade, o impulso de liberdade, o descontentamento e o egoísmo. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Aquário, ajuda no despertar espiritual e na realização de tarefas e de missões fora do comum.

09 – Netuno: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o impulso espiritual ou escapista, o encantamento, os sonhos, a desilusão, os pressentimentos e a sensação de anormalidade. Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Peixes, ajuda na ampliação da intuição, diminuindo a tendência a enganar ou ser enganado pelos outros e facilitando o encontro de um ideal nobre para a vida.

10 – Plutão: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar o impulso destruidor ou reformador, a capacidade de fusão, a tendência ao desperdício, ao isolamento, a subversão e mesmo ao crime (no caso de uma pessoa de qualquer signo zodiacal ter essa tendência cármica estabelecida). Especialmente potente no caso de pessoas do signo de Escorpião, ajuda nos processos de transformação, quando se deve resolver os problemas sozinho e quando se encontra a complexidade.

11 – Terra: Visa a ampliação de consciência ao se trabalhar a nossa noção da realidade, de nosso lugar no mundo material e espiritual. Potente para pessoas de todos os signos, esta música ajuda o indivíduo a ver onde se encontra no mundo e qual a sua missão de vida. Ajuda a ativar os códigos ocultos em pessoas de natureza índigo, cristal e arco-íris.

Cada participante recebe o CD "The Planets - XXIst Century" para continuar as práticas com os códigos e mantras cabalísticos de ativação em casa.

11 - Mantras Universais

Trabalho teórico e prático sobre o uso universal dos mantras em várias culturas e tradições espirituais. Os mantras possuem nomes diferentes em várias tradições, mas aplicações parecidas: Mantra (Índia), Kavanah (Cabala), Ofó (África), Carmen (Antiga Roma), etc.

Alguns tópicos do curso: Mantras – sons sagrados; Sons, formas e letras; mantras indianos, mantras hinduístas, mantras budistas, mantras hebraicos; chave de números e letras; Mistérios dos alfabetos sagrados; mantras angélicos; o poder das vogais nos mantras; conexão entre chacras e mantras; Considerações sobre a pronúncia do Sânscrito; Noções de Canto Védico; O Sânscrito como Palavra Divina; O poder do silêncio e do Om; Métrica no Sânscrito Clássico; diferença entre Mantra Vidya e Mantra Shastra.

12 - Canalização

Curso teórico e prático sobre Canalização (Channeling). O processo de canalização, se fizermos uma diferenciação com a mediunidade, é simplesmente a capacidade psíquica de acessar outros níveis de realidade, de consciência, que não esse comum, em que estamos acordados ou em vigília.
Em geral, no Brasil, a mediunidade é trabalhada em grupo, no centro espírita, por exemplo, e no grupo há um controle, uma estratégia específica, e que para algumas pessoas é limitante. O channeling, termo inglês de onde vem essa palavra canalização, propõe a idéia de trabalho individual. São as chamadas sessões ou leituras individuais em que o canal, que corresponderia ao médium no sistema grupal, pode fazer o trabalho de leitura, que seria desde uma mensagem falada ou escrita até um trabalho de cura, podendo incluir vários processos ao mesmo tempo, como todos esses trabalhos que envolvem energização, algum tipo de passe muitas vezes, tudo isso podendo incluir a canalização.
O que se pode canalizar? Vários tipos de consciência, desde que sejam consciências dentro da nossa proposta que tenham um desenvolvimento espiritual, pois o objetivo é que auxiliem no processo. A forma como se pode canalizar é bem variada, pode ser falando, escrevendo, desenhando, pintando, podem ser símbolos, música, inclusive existem várias pessoas que fazem isso no Brasil. A diferença de criar uma música como faz qualquer compositor e de alguém que canaliza é que o mote para aquilo tem um fundo espiritual e um objetivo específico, com fundamentação terapêutica; não é uma criação aleatória, é uma música sagrada de certa maneira. Então, pode-se canalizar toda expressão de linguagem, de comunicação.
Existem três possibilidades de canalização: consciente, semi-consciente e inconsciente. A mais comum e preferível é a consciente: sentimos uma energia que não interfere, porém se conecta, se une à nossa consciência. Pode se manifestar de diversas formas: por uma vibração, um formigamento ou adormecimento de algumas das extremidades, por uma sensação de paz ou sonolência, sensação de flutuação, algo neste sentido. Às vezes também é como se a luminosidade do ambiente mudasse, mostrando que também pode haver uma interferência no campo da visão. E a partir daí a pessoa estando consciente começa a receber influxos, idéias e intuições e, no caso da canalização completa, pode ser um texto inteiro que ela simplesmente vai reproduzindo. E, essa reprodução não precisa ser como acontece na psicografia, ou seja, escrever como se fosse um outro ser, pode ser simplesmente a descrição do que se está recebendo. Muitas vezes posso dizer que "estou captando que tal situação é assim" e não falar ou escrever como outra pessoa. Isso depende muito do grau de profundidade e da proposta específica para aquela canalização. E isso, enquanto consciente, temos consciência plena do processo, ainda que possamos estar meio entorpecidos pelo grau do trabalho. A semi-consciente já diminui um pouco os reflexos e as causas podem ser variadas, desde captar um nível energético muito intenso, que naturalmente causa um torpor - como tomar um remédio muito forte - porém não altera o processo em si, ainda sabemos o que está acontecendo e não há nenhum risco. O mais incomum, que representa menos de 5% da verdadeira canalização ou mediunidade convencional, é a inconsciente. Do ponto de vista da insconsciência, isso pode significar que estamos tendo algum tipo de ataque de alguma energia bastante inadequada e isso causa um torpor total, a pessoa apaga completamente, ou o caso oposto a esse - porém extremamente raro - que chamo de hiperconsciência e não inconsciência, quando o nível de consciência que se manifesta conosco é tão elevado, tão intenso, que esse torpor vem pela incapacidade do nosso cérebro de absorver aquela energia e continuar totalmente consciente; mas isso representa no máximo 1% de possibilidade. Então 90%, no mínimo, é consciente. Muitas pessoas que dizem que são inconscientes não são, estão conscientes do processo, algumas fazem pelo tabu da religião, porque senão as pessoas podem não acreditar no processo. Na maior parte das vezes o processo é consciente. Nos estados de inconsciência os bons exemplos são os estados sonambúlicos, em que a pessoa tem que ficar deitada, alguns outros estados muito intensos, como estados xamânicos que podem levar a essa inconsciência, alguns estados proféticos, em que a pessoa entra em catalepsia e recebe algumas informações que são relatadas após esse processo. Trabalhar em estado consciente gera menos medo até porque a pessoa está o tempo todo consciente do processo. O que as pessoas têm medo é da perda do controle. Elas precisam perceber é que não há algo a perder.
Existem vários estados de consciência possíveis para o ser humano. O mais comum, que se tornou o estado padrão chamado estado normal, é o estado de vigília comum. Outro estado que também temos todos os dias ou noites é o do sono, que é outro nível. Há estados mais profundos e outros estados em que acessamos outros níveis de realidade que no estado de vigília não conseguimos. Esses estados se referem a outros níveis de realidade ou outros planos de existência, onde existem, portanto, outras consciências. Quando falo em consciência me refiro a alguma coisa que tem consciência de, que sabe de sua própria existência. Prefiro usar esse termo a falar de espírito, entidade, pois estamos falando de diferentes níveis de consciência que podem ser dotados ou não de um corpo ou de energia sutil. As consciências que se contactam por canalização sabem que existem. A explicação pela teoria dos estados de consciência é a mais adequada porque não entramos em mérito doutrinário do que é canalizado. Isso para nós não interessa, são nomenclaturas, conceitos, podem ser muitas das mesmas consciências com nomes diferentes, pois nós é que rotulamos. Prefiro trabalhar com canalização sem me preocupar com esses rótulos. Podemos trabalhar canalizando pessoas que já se foram, seres que chamamos de anjos ou devas, espíritos da natureza, pode se canalizar o espírito elemental que rege uma árvore, um cristal, uma floresta...
Qualquer pessoa em condições normais tem o potencial em maior ou menor grau de ser um canalizador. A canalização não é recomendada para pessoas com problemas mentais, já que inclui mentalização e meditação e essas pessoas não têm essa capacidade e interferem no processo.
O curso de canalização começa com técnicas de respiração, pois a respiração é uma das técnicas mais seguras e claras para desenvolvê-la. Inclui técnicas de mentalização e visualização, inclusive com muitas técnicas de meditação, pois tendem a acalmar a mente, e é o que se precisa para atingir o nível de canalização. Tanto para meditar quanto para canalizar a mente tem que se estar no prumo. Esse prumo é um estado que não permita ao nosso senso crítico comum complicar as coisas. Enquanto não é acalmado, amainado, a pessoa não consegue meditar nem canalizar, só quando termina o julgamento e a rotulação é que ela consegue se abrir para isso. Todas as técnicas do curso levam a essa não-rotulação, e então temos a parte prática que também inclui alguns testes, que as pessoas costumam apreciar bastante. São testes de potencial psíquico, testes de telepatia, de precognição, etc.
O curso dá a base. É um processo que terá que ser praticado por bastante tempo. Mesmo quem já esteja canalizando precisa fazer muitos exercícios para ir se burilando. E a meditação é um dos exercícios mais importantes. Cada vez mais podemos acessar níveis de consciência mais adiantados, mais avançados. Com o curso as pessoas já podem fazer um bom trabalho, desde que não tenham medo. No início da parte teórica são ensinadas as técnicas para a mente ficar focada nos aspectos mais positivos. A mente atrai aquilo ao qual está focada. É como um imã, é um processo magnético. Se fizéssemos inadvertidamente as técnicas para canalizar sem esse trabalho preparatório a pessoa poderia ter alguma experiência desagradável, porém ela mesma se bloquearia, então raramente chega a ser algo perigoso - o senso de preservação faz com que a pessoa corte qualquer experiência negativa. Quem já teve a experiência em viagem astral sabe que isso acontece. Quando estamos conscientes em outro nível a nossa mente está vendo coisas do nível em que ela está naquele momento. Se ela vê coisas muito feias é porque está desarmonizada, se vê um ambiente muito bonito ou algum ser de luz é porque nossa mente está harmonizada. E pode ser algo do momento em que ela está. Toda vez que vamos trabalhar com canalização fazemos essa assepsia, limpamos a mente para evitar esses riscos. A canalização também pode levar à projeção astral, mas não é comum. A projeção é quando acontece a projeção de consciência em estado de vigília, não de sono; às vezes o canalizador consegue fazer isso. No curso se fala também sobre a canalização de coisas incompreendidas, psicografia de línguas diferentes ou de símbolos que geralmente não têm uma interpretação.

13 - Hierolinguística

Curso sobre línguas sagradas, simbolismo esotérico universal, linguagens e o sagrado nas línguas e tradições espirituais ao longo da História.

A principal diferença entre a definição de “língua” e “língua sagrada” é o fato de que, se a língua tem uma origem social, tem raízes essencialmente religiosas. Todas as línguas antigas teriam surgido em circunstâncias "misteriosas e divinas". A escrita, como forma de representação destas línguas, é cercada de uma sacralidade sem par. Assim, o sânscrito, por exemplo, é considerado a língua dos devas (deuses). O hebraico é a língua dos “anjos” (mensageiros de Deus). A língua e a escrita egípcia seriam obra do deus Toth (o detentor do poder criador do Verbo Divino).

Todas as línguas antigas, tenham ou não desenvolvido uma escrita, eram originalmente sagradas, cercadas de um caráter santo e utilizadas em circunstâncias ritualísticas. Uma “língua sagrada” é, então:

“Uma convenção de natureza místico-religiosa, portanto social, originada natural ou artificialmente, e utilizada por um corpo religioso-sacerdotal em seus ofícios, mitos e ensinamentos, convenção esta composta de unidades de significado de natureza universal baseadas na idéia de que há uma relação intrínseca entre o som produzido pelo aparelho fonatório humano e os mais secretos princípios do cosmos.”

Esta “convenção” a que chamamos de “língua sagrada” é “composta de unidades de significado de natureza universal”, derivadas de uma capacidade atributivo-associativa da mente humana, que vê nos mesmos objetos, muitas vezes devido às próprias características óbvias destes objetos, quase sempre as mesmas relações de significado, o que pode ser comprovado pelo estudo da etimologia de diversas línguas antigas.

O curso de Hierolinguística explora os seguintes campos envolvendo línguas sagradas e linguagem simbólica: Hierolinguística (do grego hierós, “sagrado, santo”, e linguística, “o estudo da língua em si mesma e por si mesma”), o estudo das línguas sagradas ou do caráter sagrado, religioso e sacerdotal das línguas, mortas ou não; Hierosemiologia (do grego hierós, sēmeion, “signo” e logos, “discurso, estudo”), o estudo da existência dos signos lingüísticos no seio da vida sócio-religiosa, ou então, o estudo dos signos, sinais e sistemas de sinais empregados em comunicação, sobretudo nas línguas sagradas; Hierosemântica (do grego hierós e semântica, estudo das alterações de significados ou da significação das palavras através do tempo e do espaço), o estudo das alterações de significado das palavras que constituem as línguas sagradas e os resquícios delas nas línguas modernas, se os há.

Hierolinguística se propõe a ser uma ciência para estudar as línguas e linguagens sagradas. É um modo de colocar em moldes mais científicos a lingüística comparada, a mitologia comparada e mesmo o estudo comparado das religiões, incentivado por Helena Blavatsky. É muito importante a leitura das obras dela nesta busca pelo sagrado e pelo espiritual.

Todas as línguas, em sua origem, não só tiveram um caráter sagrado, como suas palavras foram consideradas a manifestação mágica do Verbo divino, o Princípio Criador ou Manifestante do Universo. As primeiras palavras nasceram cercadas de uma aura divina, com sentidos muito mais profundos que aqueles que pudéssemos analisar pela etimologia convencional, que reconhece apenas o significado comum das raízes de uma língua. Haveria, então, uma espécie de Etimologia Sagrada, muitas vezes referida na Cabala, segundo a qual a formação das palavras das línguas sagradas mais antigas segue uma regra de Som e Arquétipo, isto é, o som representa um princípio cósmico original (um padrão ou modelo), cuja aplicação como lei vai do plano divino ao humano.

A idéia de uma Hiero-etimologia (do grego hieros, “sagrado”; étimos, “verdadeiro”; logos, “discurso”) traz a noção de que o verdadeiro ou primordial modo de discurso foi o sagrado. Cada som constituinte de uma palavra tinha o seu sentido próprio que, unido aos demais, formava um conceito mais amplo, sendo este conceito, na origem, o que hoje conhecemos como as raízes de uma língua. Pānini, o grande gramático hindu, já havia percebido que as palavras originaram-se de raízes tão antigas, que o significado exato de muitas não era mais conhecido em seu tempo. A Cabala reconhece que muitas palavras da Bíblia hebraica não podem ter seu significado conhecido por completo sem o uso de operações interpretativas, entre elas o Notarikon, que consiste em analisar detalhadamente cada letra componente da palavra. Neste sistema, as letras são espécies de “ideogramas” (ou "hierogramas"), guardando um sentido sagrado de “revelação divina”. O mesmo vale para os Vedas e as letras do Devanāgarī, o alfabeto sânscrito.

14 - Botânica Oculta

Curso teórico e prático sobre a relação das plantas com as energias astrológicas, cabalísticas e alquímicas. Não se trata de um curso de fitoterapia, mas do uso energético das plantas em rituais e invocações mágicas gerais. Ensina, entre outras coisas, a identificar o planeta-signo-elemento regente de QUALQUER planta simplesmente pela observação de suas características.

Ensina a conhecer a fundo o mundo das plantas do ponto de vista do Ocultismo, suas relações com o Macrocosmo (Universo) e com o Microcosmo (o homem), tudo de acordo com a Cabala e as teorias de Paracelso, o famoso médico e alquimista.

O curso ensina as bases da Botanogenia, da Fisiologia Vegetal e da Fisiognosia Vegetal, cujas características se aproximam mais da Ciência Oculta do que daquela oficialmente reconhecida.

A Botanogenia ensina os princípios cosmogônicos, cujos germes em ação produzem na Natureza o reino que nos ocupa; a Fisiologia vegetal estuda as forças vitais que, em sua constante evolução, constituem seu alimento e desenvolvimento; a Fisiognosia vegetal, ciência dos Signos ou ciência das Correspondências Astrais, ensina a conhecer, por seu aspecto exterior, as forças secretas de cada uma das plantas.

O curso inclui lista de várias plantas conhecidas com suas regências planetárias e uso energético em rituais de prosperidade, proteção e magia branca em geral. Também ensina a potencializar o efeito energético das plantas através do uso de cristais.

15 - Música canalizada e mantras codificados

Alguns tópicos do curso: O que é canalização e como funciona na música; Seqüências cabalísticas; Música do nome pessoal; Nomes divinos codificados; Canalização musical; A música como potencializadora do processo espiritual; Prática com mantras, sequências cabalísticas e música canalizada ao vivo; Sons primordiais e relação com os Sete Raios; Descobrindo a música do Eu Superior; Santificação e despertar pela música espiritual; Elevação espiritual pela música canalizada; Uso do mantra “qadosh” para liberação de energia mal-qualificada; Meditação dirigida com mantras e Nomes Divinos codificados.

O curso se propõe a demonstrar os efeitos energéticos de uma nova Tecnologia musical espiritual para o Terceiro Milênio. A música emite uma frequência elevada e trabalha diretamente no nosso campo energético, gerando uma sintonização entre os sons com os diversos níveis de nosso ser e promovendo, inclusive, cura espiritual, equilíbrio emocional e psíquico no ser. Claro que isso depende do tipo de música que se ouve.

“A forma como se pode canalizar é bem variada, pode ser falando, escrevendo, desenhando, pintando, podem ser símbolos, música, inclusive existem várias pessoas que fazem isso no Brasil. A diferença de criar uma música como faz qualquer compositor e de alguém que canaliza é que o mote para aquilo tem um fundo espiritual e um objetivo específico, com fundamentação terapêutica; não é uma criação aleatória, é uma música sagrada de certa maneira. Então, pode-se canalizar toda expressão de linguagem, de comunicação.”
[Entrevista de Stekel concedida a Yannik D'Elboux (Curitiba, PR)]

A música canalizada tem, realmente, inúmeras aplicações. Pode ser usada para relaxamento, meditação, realinhamento dos chacras, energização, indução do sono, etc.

Em 1993, Stekel passou a pesquisar as possíveis relações da Cabala hebraica com os aspectos sutis da música. Descreveu este processo na edição digital do livro “Projeto Aurora – retorno a linguagem da consciência”. Eis os trechos mais relevantes:

“(...) Cada nota musical quer dizer algo no esquema do universo. Cada letra cabalística tem seu número, sua forma, sua cor e sua nota musical na escala diatônica. Quando transformamos em música uma palavra hebraica (...), o resultado não é dissonância, mas uma harmonia muito interessante. Quando escolhemos notas aleatoriamente, o resultado é dissonante. Portanto, o método não é ilógico.

Neste sistema podemos, teoricamente, controlar o significado e o efeito das letras que formam as palavras, transformadas em música. Como elas são regidas por notas musicais e não por compassos, duração ou outros componentes da música, quando temos a seqüência de sons, apenas a criatividade [ou, na verdade, um processo de “canalização”, hoje podemos dizê-lo] pode gerar uma melodia harmônica e sonora ao ouvido. Caso contrário, as notas devem ter todas a mesma duração, independente de qual seja. Cremos ainda, que uma nota com duração maior tenha seus efeitos intensificados. O fato de usarmos harmonias musicais junto a ela também deve ter efeitos simpáticos, positivos ou não, conforme o caso.”


Atualmente, além de produzir música pelo processo cabalístico codificado apresentado acima, Stekel também utiliza o método da canalização musical, que outros podem chamar de música espontânea. Por vezes, o resultado musical é apenas uma música cantarolada, sem letra, mas que toca o coração de quem ouve. Em outros casos, há uma letra, geralmente em hebraico, que depois pode-se ouvir e traduzir. O estilo da música também varia. Pode ser algo muito lento, tranqüilo, ou algo mais dinâmico, quase lírico. Um bom exemplo é a música “Koach Gavriel” (álbum “Stekel – remixes & new songs 2010”), onde canalizou-se a parte cantada instantaneamente, incluindo-se o acompanhamento posteriormente.

Há muito mais informação de qualidade espiritual na música do que podemos exprimir por palavras. Por isso, praticamente todas as religiões a colocam em lugar de destaque em suas estruturas (mantras, rezas, cantos gregorianos, ragas, spirituals, cantos tribais, hinos, invocações melódicas, etc.). A música “embutida” nas religiões pode ser chamada de “música de primeira geração”. Seu efeito terapêutico é verdadeiro, mas está conectada a valores arcaicos e sectários, e tem seus evidentes limites.

A música moderna, desde a popular, que toca nas rádios, até a world music, considerada “alternativa”, está no que chamamos de “música de segunda geração”. É a música do Século XX e ainda será a música de boa parte do Século XXI, cremos. Seu efeito é variado, pois esta música é muito variada, por vezes dinâmica e alegre, por vezes deprimente e triste. Seu verdadeiro diferencial é a tecnologia que usa e a criatividade.

Contudo, há uma nova forma de música que vem surgindo na Terra, uma música que usa a tecnologia criativa da segunda geração e o mote espiritual da primeira, mas sem a desarmonia de certos estilos da segunda geração ou a limitação sectária da primeira: É a “música canalizada”, recebida através de “sintonizadores” em várias partes do mundo há pelo menos duas décadas, e que vem se intensificando cada vez mais. Mas o que é essa música de terceira geração? Do ponto de vista técnico pode não ser muito diferente da música de segunda geração. Contudo, a forma como é criada (“sintonizada”) e o seu propósito são processos diferenciados. Esta música é uma nova forma de codificação da informação espiritual que nos é transmitida tanto por nosso próprio eu interior, quanto por consciências espirituais vivendo em outros planos, mundos ou níveis paralelos. Por isso mesmo, essa música tem o seu próprio simbolismo, gerando comandos subliminares, verdadeiros recados ao nosso eu imperfeito, para que este se aquiete e deixe fluir a mensagem do eu interno, que é o verdadeiro comandante. Se aceitamos estes recados, a energia flui sem barreiras por nosso corpo físico, emocional, mental, etc, ativando chacras, potenciais adormecidos e quebrando padrões de comportamento cristalizados. Tudo isso é necessário para termos um mundo novo, ou antes, uma nova humanidade...

Uma música canalizada pode ser uma espécie de “auto-retrato” (quando vem do próprio eu interior) ou a captação da energia mais sutil de outra pessoa (cada um emite uma vibração peculiar), ou ainda a captação do ambiente, da inspiração de mentores invisíveis ou de uma coletividade espiritual. É uma verdadeira “tecnologia musical espiritual” para o Terceiro Milênio, capaz de nos aproximar do que os antigos indianos chamavam de “som cósmico criador” (shabda). Todos temos relação com este som, de modo que cada um de nós possui uma “nota de harmonia”.

16 - Estratégias da Luz para o Novo Milênio

O curso se propõe a ensinar técnicas para o enfrentamento da crise do início do Novo Milênio. Dá dicas para o enfrentamento da crise de sempre e da crise anunciada. Tudo baseado nos princípios espirituais universais, na Cabala, Budismo e Universalismo.

“Luz”, para efeito deste curso, se refere à própria espiritualidade em seu sentido universal. Portanto, este é um trabalho de cunho universalista, e não proselista ou relacionado a uma doutrina espiritual em particular. Isso significa que você provavelmente irá identificar elementos de várias práticas espirituais nas dicas que apresentaremos. Independente de suas convicções espirituais, você poderá aplicar todas as dicas sem que isso venha a confundir suas crenças ou obrigar você a mudá-las em sua essência. Ajudaremos, sim, você a mudar os seus padrões condicionados que são a causa da crise já instalada há eras sem conta. Também ajudaremos você a sair da onda alarmista da “crise anunciada” que aumenta a cada dia, impulsionada por teorias da conspiração, imprensa sem critérios, emails falsos, pseudo-líderes espirituais aproveitadores, pessoas equivocadas com pouca cultura espiritual e mistificadores catastrofistas de toda a sorte.

“Luz”, como sinônimo de “espiritualidade”, se opõe a “crise” = “trevas”, que é sinônimo de “materialismo”, ignorância do que seja uma consciência superior, não condicionada a ilusões nem apegada ao que é impermanente. Luz = amor = mente consciente = compaixão = solidariedade. Trevas = ódio = mente vulgar = indiferença = descaso com o outro. É importante sabermos qual caminho estamos tomando, porque isso vai interferir no modo como vemos a “crise”, como a enfrentamos e como vamos superá-la.

A Crise de Sempre - Luz como antídoto para as Trevas: A chama mais tênue de uma vela ou faísca é capaz de vencer a mais tenebrosa escuridão. Então, um pouco de luz em nossos corações terá a capacidade de dissolver muita ignorância. Lembre disso quando se sentir tentado a cair em pensamentos de ódio, arrogância, violência, mentira, revolta e fala ríspida. Analise sua mente no exato momento em que estas tendências surgirem e logo sua fúria se aplacará e lhe evitará que uma grande quantidade de energia vital se perca em meio aos pensamentos desconexos de uma mente em conflito.

A Crise Anunciada - Além da Crise de Sempre, aquela que todos temos que superar desde o momento em que nascemos, há a Crise Anunciada, um fenômeno moderno e bastante intenso, que tem tomado conta da vida de bilhões de pessoas. Esta Crise envolve vários tópicos, mas todos acabam por se cruzar em algum momento. Se mesclam, se reinventam e causam cada vez mais, envolvem economia, religião, novas crenças e o medo da violência. Só para elencar alguns tópicos:

Crise Econômica (crise mundial, fome em larga escala em determinados países, desemprego, descaso das políticas públicas, etc.); Crise religiosa (as religiões tradicionais, em desvantagem frente a crenças modernas e mais abertas, lançam-se em campanhas fundamentalistas para manter visões medievais); Fundamentalismo e Terrorismo (política e religião misturam-se nesta paranóia, bem como crenças medievais x visão moderna com relação às mulheres, minorias religiosas, homossexuais e sacerdócio); Mudanças Climáticas (independente dos fatos, uma atitude negativista e apocalíptica tem impedido muitos de agirem com mais racionalidade em favor do planeta e de seus habitantes); Alarmismo (Uma atitude catastrofista vendida como solução para os problemas do mundo tem causado muito mais mal do que bem; a paranóia de 2012 tem deixado muitas pessoas com medo de perder tudo o que têm e um egoísmo sadomasoquista está tomando conta do mundo; novas teorias da conspiração surgem a cada dia); Pseudoprofetismo (vários aproveitadores se apresentam como “salvadores”, “canais” de mestres e extraterrestres e investem-se de uma falsa autoridade para fixar datas de catástrofes, número de eleitos e atitudes que possam garantir alguma proteção e segurança durante uma falsa iminência do fim do mundo ou da civilização).

17 - Curso "Meditação & Autocura de Maitreya"

ATENÇÃO: Este novo curso de Paulo Stekel tem por objetivo ajudar pessoas comuns não-conectadas a qualquer religião ou tradição oriental (hinduísmo, yoga, budismo) a praticarem meditação e conhecerem o método de autocura baseado nos ensinamentos de Maitreya, o próximo Buda. É um método para leigos e não significa qualquer compromisso religioso com qualquer linhagem que seja, a não ser com sua própria Natureza Essencial Primordial.



O que é: Um curso teórico e prático em dois módulos de 12h cada sobre a autocura baseada em autocontrole mental, serenidade, compaixão e amor incondicional conforme os ensinamentos de Maitreya (o próximo Buda).

Objetivo: O módulo I objetiva ajudar o indivíduo a cultivar o amor incondicional, através da mudança de postura, limpeza mental, identificação dos vícios e modos de ignorância padronizados. Isso trará uma serenidade adequada para o desenvolvimento do módulo II, que objetiva ensinar a técnica de autocura de Maitreya a ser usada no dia a dia em três níveis de aplicação.

A quem se destina: A qualquer pessoa interessada no autoconhecimento e na cura de si mesmo, para poder ajudar na cura dos demais. Especialmente adequado para terapeutas holísticos, professores, instrutores espirituais, jovens e interessados em meditação. Não há necessidade de conhecimento prévio sobre ioga ou meditação.

Módulo I – Aprendendo a cultivar Amor Incondicional (12h/aula)

- O Estado Mental Paradisíaco;
- O Estado Sereno de Paz Ativa;
- Entendendo Medo, Aceitação, Conflito, Amor e Liberdade;
- O Estado Natural de Transcender a Realidade;
- Realidade Exterior e Realidade Interior;
- O Estado Universal de Fluir como a Vida;
- O Estado de Ação e Reação;
- O Estado do Poder Real;
- Aprendendo o desapego;
- O Estado do Amor Incondicional;
- Meditação dos Cinco Minutos;
- Práticas de postura, respiração, mantras e meditação;
- Introdução à Prática de Maitreya.

Módulo II – Despertando o Autocurador (12 h/aula)

- Buscando nossa Verdadeira Natureza;
- A Meta a ser alcançada;
- O Ser Desperto, O Caminho e a Companhia no Caminho;
- A Natureza do Ser Desperto e O Despertar;
- As Qualidades do Despertar e as Atividades do Ser Desperto;
- Trabalhando para atingir a Clara Realização;
- A Mente de Iluminação;
- As Seis Perfeições;
- As Práticas de Meditação e Acumulação;
- Percebendo o Meio entre os Extremos;
- Distinguindo Fenômeno e Essência;
- Concepção do Espírito de Iluminação;
- Ver as coisas como realmente são;
- Poder e Maturidade;
- Fé e Investigação Espiritual;
- Dedicação e Serviço;
- As Excelências;
- Desenvolvimento da Prática de Maitreya;
- Os três níveis para a autocura;
- Avaliando os resultados do processo.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Livros de Stekel (e-books em PDF)

Obras de Paulo Stekel (2001 a 2011)

Elohê Israel (Os Deuses de Israel) – Filosofia Esotérica na Bíblia (2001)


Preço: R$ 12,00 (doze reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/UOvMXxTZ/Eloh_Israel_verso_eletrnica_tr.html

Expor, numa mesma obra, de forma evidente, tanto as controvérsias que envolvem a Bíblia quanto o caráter místico e esotérico escondido sob as brumas de incerteza que permeiam o texto que guia a vida de milhões de judeus e cristãos, é uma pretensão quase impossível de realizar.

Não para o autor, especialista em ambas as coisas. Stekel, usando o pseudônimo “Danea Tage”, parte sempre do princípio do “ceticismo sensato” - aquele que se dá o direito ao benefício da dúvida - e, feita a separação entre o joio e o trigo, apresenta o caráter verdadeiro e iniciático original do texto bíblico, isto é, o sentido espiritual real que Moisés, os Profetas, os cabalistas e os gnósticos deram aos escritos quando os redigiram, e não o sentido ensinado pelos intérpretes posteriores, tomados de idéias fanáticas e objetivos obscuros.

Esta é, sem dúvida, uma obra imprescindível aos iniciantes no estudo das questões bíblicas, e utilíssima aos eruditos em textos sagrados, sejam cristãos, judeus ou universalistas. Contém dois apêndices importantes: “Os Rolos de Qumrã” e “O Cristo Gnóstico e a Grande Mentira”.

Índice


Introdução

Primeira Parte – Antigo Testamento

Introdução
I – Torah (o Pentateuco)

Gênese
Êxodo
Levítico
Números
Deuteronômio

II – Livros históricos
1º bloco – Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis
2º bloco – Crônicas, Esdras e Neemias
3º bloco – Tobias, Judite e Ester
4º bloco – Macabeus

III – Livros poéticos e sapienciais

IV – Livros proféticos

Segunda Parte – Novo Testamento


Introdução
I – Os quatro evangelhos
II – Atos dos apóstolos
III – Epístolas de Paulo
IV – Epístolas católicas
V – Apocalipse

Terceira Parte – A Bíblia e a Filosofia Esotérica

Introdução
Filosofia esotérica no Antigo Testamento
Filosofia esotérica no Novo Testamento

Apêndices gnósticos

Apêndice I – Os rolos de Qumrã
Apêndice II – O Cristo Gnóstico e a Grande Mentira

Considerações finais
O autor
Bibliografia


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Projeto Aurora – retorno a linguagem da consciência (2003)


Preço: R$ 12,00 (doze reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/uEgp-J32/Projeto_Aurora_verso_eletrnica.html

O livro traz uma nova visão da origem das línguas, das culturas e de suas tradições espirituais, e apresenta uma abordagem holística do conhecimento e da provável visita de civilizações extraterrestres a nosso planeta desde tempos imemoriais.

Além de fartas referências bibliográficas, a obra traz dezenas de esquemas de alfabetos antigos, mapas e reconstituições e suas relações com o conhecimento antigo, a Cabala e as tradições esotéricas universais.

Um dos assuntos mais polêmicos tratados no livro são as “mensagens codificadas” que foram traduzidas por Stekel (aqui usando o pseudônimo “Danea Tage”) segundo métodos explicados ao longo dos capítulos. Essa codificação foi utilizada por Stekel e outras pessoas em 1993 em vigílias de contato ufológico. Os resultados são apresentados no último apêndice da obra.

Sumário

Prefácio à edição eletrônica de 2007

Introdução

Primeira Parte – Holognose


Cap. I – Visão Holística
Cap. II – Ciência
Cap. III – Esoterismo
Cap. IV – Ciência & Esoterismo: Holognose
Cap. V – Sobre o que se chama de “Ufologia”

Uma projeção futurológica da consciência do 3º Milênio
Ciência: exobiologia, astrobiologia, bioastronomia
Paraciência: ufologia
Controvérsias ufológicas: científicos x esotéricos
Holognose: uma proposta emergente para a Ufologia

Segunda Parte – Tradição

Cap. VI – A Tradição e a Grande Fraternidade Branca

A tradição neolítica
A tradição esotérica da humanidade ou “A Doutrina Secreta”
Cap. VII – Ciência-Filosofia-Religião
Cap. VIII – O “ateísmo teosófico”
Cap. IX – Passado esquecido: a Atlântida
Cap. X – Um resumo da Cabala

História da Cabala
Os 22 princípios da Cabala
A Árvore da Vida e as Sefirot
Operações cabalísticas
Comentário resumido do Sefer Yetsirah
Cap. XI – A Torre de Babel e a língua original

Terceira Parte – Logolingüística

Cap. XII – O Vattan de d'Alveydre

O indo-europeu e o Devanagari
O idioma das letras falantes
Cap. XIII – O Senzar de Blavatsky
Cap. XIV – Conceito e mecanismo da Logolingüística
Cap. XV – Logolingüística diacrônica

Diacrônica dos logogramas
A linguagem de Glozel
A degeneração da logolinguagem e a questão fonética
Analogia e aglutinação
Análise subjetiva e objetiva
A diversidade das línguas
A pesquisa retrospectiva
Cap. XVI – Princípios lingüísticos aplicados a logolinguagem
Língua e linguagem
Língua e fala
A questão da representação gráfica
Natureza do signo em logolinguagem
Imutabilidade e mutabilidade do signo
Identidade, realidade e valor
Relações sintagmáticas e associativas
Cap. XVII – Paleontologia logolingüística
Logolinguagem, famílias e tipos lingüísticos
A migração da logolinguagem atlante
“A Doutrina Secreta” e a linguagem atlante
A evolução da escrita
A escrita egípcia
A escrita fenícia
As origens do hebraico bíblico
E o devanagari sânscrito?

Quarta Parte – Logogramática

Cap. XVIII – Uma introdução à gramática da logolinguagem

Fonética
Morfologia
Sintaxe
A lógica logogramatical
Cap. XIX – Pequeno léxico diacrônico da logolinguagem

Quinta Parte – Diacrônica interplanetária

Cap. XX – Buscando a “pedra de Rosetta”

Onde estão as fontes da Tradição?
Eles sempre estiveram entre nós!
O “paranormal” e o “esotérico”
Transcendendo o “daqui não passarás”
Cap. XXI – A história do embornal
Cap. XXII – Catorze anos depois: a tradução da mensagem do embornal

O trabalho de tradução
A mensagem traduzida
Logogramática da mensagem do embornal
O logo-alfabeto do embornal
Simbologia extraterrestre
Os extraterrestres escrevem em hebraico?
Glozel decifrado
Análises finais

Conclusão

Apêndices

Inspiração e Canalização: desfazendo equívocos
Os tentáculos da contra-informação e as abduções
A verdade sobre o “Projeto Aurora” - a mensagem transmitida

Esquemas

Bibliografia

O autor


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Santo & Profano – estudo etimológico das línguas sagradas (2006)


Preço: R$ 12,00 (doze reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/UwP-QyZb/Santo_e_Profano_trechos.html

O objetivo desta terceira obra do professor Paulo Stekel, é demonstrar que as línguas em sua origem tiveram um caráter quase que exclusivamente sagrado, tendo nascido junto com a religião, talvez como um processo de desenvolvimento do pensamento espiritual dos seres humanos primevos. Aos poucos a humanidade foi perdendo a conexão com a sacralidade das coisas e dos seres, até culminar na era das línguas modernas, totalmente desconectadas de suas matrizes sacerdotais, fontes da maior parte dos conceitos e acepções que hoje utilizamos no falar e no escrever.

“Santo e Profano” traz, pela primeira vez numa obra em português, uma análise etimológica e simbólica de milhares de palavras e expressões sagradas de diversas religiões em mais de trinta línguas diferentes.

A maior parte das análises se detém em cinco línguas sagradas – latim, grego, sânscrito, hebraico e iorubá – e em algumas modernas, latinas e anglo-germânicas, entre outras. O conhecimento ancestral que “desperta” destas análises não só é intrigante como esclarecedor, pois a verdadeira força dos “mantras” praticados em muitas civilizações em suas iniciações aparece sem véus, os rituais passam a ter um sentido universal e a história (antes) perdida da Antigüidade reencontra seu elo mais confiável – a linguagem sagrada, na qual foram concebidos e transmitidos à posteridade todos os mitos do mundo.

Mesmo não pretendendo ser um estudo completo da linguagem sagrada, certamente o leitor se sentirá instigado a saber mais sobre as diversas visões do sagrado elaboradas pela raça humana ao longo de milhares de anos.

Índice geral


Apresentação

Introdução

Cap. I – O sagrado e o profano ou da tradição à modernidade

1.1 – Uma definição de “língua sagrada”
1.2 – Etimologia do sagrado
1.3 – Etimologia do profano
1.4 – A era de Adão ou a modernidade profana

Cap. II – Do paganismo sagrado ao cristianismo profano
2.1 – O pagão e seus mistérios
2.2 – Resquícios pagãos na ritualística cristã
2.3 – Maçonaria: a sobrevivência dos Mistérios

Cap. III – Latim: a sepultura do paganismo
3.1 – Uma classificação do latim
3.2 – Da língua primitiva ao latim clássico
3.3 – Latim clássico e latim vulgar
3.4 – O latim bíblico
3.5 – A origem da escrita romana
3.6 – Um pouco de paganismo latino

Cap. IV – Grego: a língua de Sofia
4.1 – Os povos da Hélade
4.2 – A língua grega
4.3 – A religião grega
4.4 – A Trindade grega de Hesíodo
4.5 – Sofia: dos Mistérios à Gnose

Cap. V – Hebraico: a linguagem dos anjos
5.1 – Do fenício ao aramaico
5.2 – O culto de Israel [parte 1]
5.3 – Um politeísmo escondido em muitos anjos?
5.4 – A tradição sagrada da Cabala

Cap. VI – Sânscrito: a escrita dos Devas
6.1 – Os Vedas
6.2 – Do védico ao sânscrito: a evolução do sagrado
6.3 – A gramática mais antiga do mundo
6.4 – Os guardiões de Rta
6.5 – Relações lingüísticas

Cap. VII – Iorubá: a fala sagrada de Olorum
7.1 – Primórdios da Mãe África
7.2 – A matriz iorubana
7.3 – Èsin Olorum: um monoteísmo escondido entre muitos deuses
7.4 – Um pouco de teogonia e cabala iorubana
7.5 – Etimologia da palavra “yòrùbá”
7.6 – Ofó: a palavra mística
7.7 – Relações com outras línguas sagradas
7.8 – Análise cabalística dos nomes de alguns deuses africanos

Cap. VIII – Mantras: palavras de poder
8.1 – Os primórdios de uma “acústica oculta”
8.2 – Tipos de mantras
8.3 – Mantra Yoga: a essência do som
8.4 – Consciência e Som
8.5 – Subsídios para uma “Cabala sânscrita”
8.6 – Matrika Shakti: o poder das letras

Cap. IX – Etimologia de Deus: Deus est daemon inversus
9.1 – Theos-Zeus-Deus
9.2 – Deus impessoal e Deus pessoal
9.3 – Do Espaço ao Sol e à Trindade
9.4 – Do Uno ao múltiplo

Cap. X – Etimologia do Diabo: Daemon est Deus inversus
10.1 – O problema do Mal
10.2 – As três fases do Diabo bíblico
10.3 – Os demônios de Lúcifer
10.4 – Asuras: os demônios hindus

Cap. XI – Etimologia da Gênese
11.1 - “No princípio...”
11.2 - “...criou Deus...”
11.3 - “...os céus e a terra”
11.4 – O verdadeiro “primeiro versículo”

Cap. XII – A linguagem sagrada de Moisés
12.1 – Do Egito ao Sinai
12.2 – Os mistérios de Yavé
12.3 – O Culto de Israel [Parte II]

Cap. XIII – O significado de Babel
13.1 – O que diz Moisés
13.2 – Safáh: a matriz da palavra
13.3 – Davár: a palavra original

Cap. XIV – Senzar: a linguagem-mãe
14.1 – O Indo-europeu e a matriz original
14.2 – O vattan de D'Alveydre
14.3 – O Senzar de Blavatsky

Cap. XV – A explosão das línguas
15.1 – Hierolinguagem
15.2 – Mecanismos hierolingüísticos
15.3 – A prova “fóssil” de Glozel
15.4 – Fenícios na Amazônia?
15.5 – A linguagem codificada dos Tukano
15.6 – Macus: os drávidas da Amazônia

Cap. XVI – Raízes e sons elementais
16.1 – O esquema da palavra
16.2 – Os 22 princípios e seus sons correspondentes
16.3 – Raízes duplas: a matriz da palavra

Cap. XVII – O Livro egípcio dos mortos e a Cabala
17.1 – Os Capítulos do Sair à Luz
17.2 – Palavras de poder
17.3 – A cabala dos deuses egípcios
17.4 – Origens da cabala nos Capítulos do Sair à Luz

Cap. XVIII – A unidade da cultura ariana da Índia
18.1 – O que é um ariano?
18.2 – O que dizem os indianos
18.3 – Os argumentos mais recentes contra a invasão ariana

Cap. XIX – Visão sagrada e visão moderna
19.1 – O sentido sagrado de Hierarquia
19.2 – A poesia das línguas sagradas
19.3 – O que restou do sagrado

Conclusão

Índice etimológico

Bibliografia

Sobre o autor


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Deuses & Demônios – verdades inauditas e mentiras anunciadas sobre os anjos (2007)


Preço: R$ 12,00 (doze reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/ZIv6VxcZ/Deuses_e_Demnios_trechos.html

Como o assunto pode ser encarado sob três aspectos ou visões angélicas bem distintas, ainda que de certo modo conectadas – a bíblica, a cabalística e a “teosófica” -, a obra foi dividida em três partes: a primeira trata dos anjos na Bíblia (traz um apanhado bem completo dos principais trechos bíblicos citando anjos nas suas mais variadas denominações e hierarquias, apanhado este que não encontramos em nenhuma obra anterior sobre o assunto); a segunda parte trata dos anjos na Cabala, a tradição mística vinda desde Moisés (se a visão bíblica dos anjos é simbólica, a visão cabalística nada mais é que a tradução dos símbolos bíblicos, revestidos em novos símbolos, mais elaborados, porém); a terceira parte trata dos anjos na Tradição Esotérica Univelsal ou da tradição oculta sobre os anjos que os antigos Iniciados possuíam, e que foi apresentada pela primeira vez ao Ocidente pela mística russa Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), em sua monumental obra “A Doutrina Secreta” (1888).

A obra possui três adendos: o primeiro é uma crítica aos “adeptos” da Nova Era e à forma como estes apresentam os anjos, isto é, tão humanos como nós e tão à nossa disposição como se fôssemos as criaturas mais importantes do universo; o segundo adendo é um pequeno conto sobre anjos, com vistas a apresentar algumas idéias em forma de estória sobre a relação entre homens e anjos; o terceiro adendo são pantáculos angélicos, tanto dos anjos planetários quanto dos anjos dos signos, preparados pelo autor. Um pantáculo é uma figura geométrica correlata às mandalas indianas, e com a mesma função: conectar o homem ao seu Eu Interno através de geometria, cores e letras sagradas.

Índice

Introdução

Parte I – Os Anjos na Bíblia

I – Anjos no Antigo Testamento


Considerações iniciais
1 – Gênese
2 – Êxodo, Números, Deuteronômio
3 – Josué, Juízes, I e II Samuel, I e II Reis
4 – Crônicas, Neemias, Tobias, Jó
5 – Salmos
6 – Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel, Oséias, Sofonias, Zacarias, Malaquias

II – Anjos no Novo Testamento

1 – Evangelhos
2 – Atos dos Apóstolos e Epístolas
3 – Apocalipse
Considerações finais

Parte II – Os Anjos na Cabala

1 – Análise cabalística dos termos bíblicos relativos aos anjos
2 – Aspecto astrológico dos anjos na Bíblia
3 – Uma análise do termo “Elohim”
4 – As várias faces de “Yahveh”
5 – Concepções angélicas da Idade Média
6 – A origem das Nove Hierarquias Angélicas
7 – Os 72 Anjos Cabalísticos
8 – Os Três Anjos da Guarda
9 – A angelologia dos antigos segundo Agrippa
10 – A angelologia dos modernos
11 – Os Sete Anjos Planetários
12 – Análise do mantra “Qadosh”
13 – Considerações finais

Parte III – Os Anjos na Tradição Esotérica Universal

I – Os Anjos na Filosofia Esotérica de Helena Blavatsky


1 – A Mente Universal
2 – Os Sete Senhores Sublimes
3 – Os Construtores
4 – As Trevas como a base da Luz
5 – Yahveh e a Serpente
6 – As Hierarquias Setenárias
7 – Fohat, o filho das Hierarquias Setenárias
8 – Os elementais
9 – Os Progenitores do homem na Terra
10 – O cosmos é dirigido
11 – Simbolismo
12 – Os Arquitetos e a Divindade
13 – A Divindade Oculta
14 – Demon est Deus inversus
15 – A Teogonia dos Deuses Criadores
16 – Sobre os elementos e os átomos
17 – As Forças
18 – Deuses, Mônadas e Átomos
19 – A Criação de seres divinos
20 – Os Deuses criam os homens
21 – Uma pausa para falar dos Titãs
22 – O mito de Satã
23 – Anjos e Demônios
24 – As máscaras de Yahveh
25 – O que são os “Elohim”?
26 – Astrologia e Astrolatria
27 – O “Pai Celeste”
28 – Últimas considerações (segundo o “Glossário Teosófico”)

II – Síntese Angélica

1 – Introdução
2 – Os Deuses
3 – O Logos ou Verbo
4 – As Hierarquias Criadoras
5 – Os Deuses Maiores ou Sefiroth – 2º e 3º estágios
6 – Os Deuses Menores ou Elementais – 1º estágio
7 – Arcanjos Solares e Planetários
8 – Anjos Nacionais e Anjos das Religiões
9 – Os Anjos e os Sete Raios

Conclusão

Adendos


Adendo I – Os anjos e a “Nova Era”
Adendo II – Conto: Miguel e Satã
Adendo III – Pantáculos angélicos

Bibliografia

Sobre o autor

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Curso de Cabala – com noções de Hebraico & Aramaico – vol. I (2007)


Preço: R$ 20,00 (vinte reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/rdZ0g_WO/Curso_de_Cabala_Com_noes_de_He.html

O curso que se inicia com este volume tem vários objetivos, dependendo da expectativa de cada leitor. Os objetivos vão desde ensinar as bases do Hebraico antigo para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os Nomes Divinos ou os nomes dos anjos, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos da Bíblia e da Cabala (como o Sefer Yetsirah e o Sefer Ha-Zohar). Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

Este Volume I é composto de 24 capítulos. Neles, você aprenderá as bases da escrita hebraica, as vogais e as consoantes, os sinais de leitura, os primeiros vocabulários e as primeiras noções da gramática da língua hebraica antiga. O último capítulo traz ainda as primeiras noções do Aramaico, noções que serão aprofundadas nos próximos volumem.

Se você desejar seguir no aprendizado, seguir-se-ão os Volumes II, III e IV, a ser lançados nos próximos anos. Cada volume aprofundará mais as noções de Hebraico e Aramaico, além dos conceitos espirituais envolvidos na Tradição da Cabala, por vezes relacionando-os com outras tradições espirituais, como o Vedanta, o Yoga, o Gnosticismo e o Cristianismo.

Índice


Introdução

Cap. I – Noções ortográficas

Cap. II – Consoantes 1

Cap. III – Vogais 1

Cap. IV – Consoantes 2

Cap. V – Consoantes Finais

Cap. VI – Vogais 2

Cap. VII – Consoantes e Vogais

Cap. VIII – Introdução à Cabala

Cap. IX – Formação e divisão das sílabas

Cap. X – A Tradição Hebraica e a Cabala

Cap. XI – Tonicidade e Acentos

Cap. XII – A Árvore da Vida na Cabala

Cap. XIII – A Pausa e as Vogais

Cap. XIV – As 32 Sendas – chave de números e letras

Cap. XV – Correspondências astrológicas no Sefer Yetsirah

Cap. XVI – Relação entre os Nomes Sagrados e os Números

Cap. XVII – Kethiv e Qerê

Cap. XVIII – Pronomes Hebraicos

Cap. XIX – O Artigo

Cap. XX – Ensinamentos da Cabala Mística

Cap. XXI – O Vav Conjuntivo

Cap. XXII – Preposições inseparáveis

Cap. XXIII – Gênero e Número dos Substantivos

Cap. XXIV – Primeiras noções de Aramaico


Exercícios – Respostas


Bibliografia


Sobre o autor


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Curso de Cabala – com noções de Hebraico & Aramaico – vol.II (2008)


Preço: R$ 20,00 (vinte reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/d76_eTti/Curso_de_Cabala_Com_noes_de_He.html

O presente curso, neste segundo volume, tem vários objetivos, dependendo da expectativa de cada leitor. Os objetivos vão desde ensinar as bases do Hebraico antigo para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os Nomes Divinos ou os nomes dos anjos, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos da Bíblia e da Cabala (como o Sefer Yetsirah e o Sefer Ha-Zohar). Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

O Vol. II é composto de 17 capítulos, onde você aprenderá os mistérios do alfabeto hebraico, os numerais, o caso construto e o absoluto, a numerologia metafísica e mais um pouco de Aramaico.

Se você desejar continuar o aprendizado, seguir-se-ão os Volumes III e IV, a ser lançados nos próximos anos. Cada volume aprofundará mais as noções de Hebraico e Aramaico, além dos conceitos espirituais envolvidos na Tradição da Cabala, por vezes relacionando-os com outras tradições espirituais, como o Vedanta, o Yoga, o Gnosticismo e o Cristianismo.

Índice


Introdução

Cap. I – Mistérios do alfabeto

Cap. II – O Construto e o Absoluto

Cap. III – Trechos do Zohar para estudo

Cap. IV – O Adjetivo

Cap. V – Pronomes Interrogativos e o Relativo

Cap. VI – Relação entre os Nomes Sagrados e os Números – 2ª Parte

Cap. VII – O Comparativo e o Superlativo

Cap. VIII – Vocabulário especial do Antigo Testamento (com freqüência)

Cap. IX – Numerais Cardinais

Cap. X – Numerais Ordinais

Cap. XI – O Código Secreto da Bíblia é profético ou cabalístico?

Cap. XII – Cabala e Judaísmo

Cap. XIII – Cabala Literal, Dogmática e Luriânica

Cap. XIV – Outros sinais e acentos usados na escrita hebraica

Cap. XV – Numerologia Metafísica

Cap. XVI – Tópicos de Cabala Mística

Cap. XVII – Aramaico: alfabeto e vogais

Exercícios – Respostas


Bibliografia


Sobre o autor


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Curso de Sânscrito – com noções de Filosofia Indiana – vol. I (2008)


Preço: R$ 20,00 (vinte reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/3QXBWUAJ/Curso_de_Snscrito_com_noes_de_.html

O curso que se inicia com este volume tem vários objetivos, dependendo da expectativa de cada leitor. Os objetivos vão desde ensinar as bases do Sânscrito Clássico para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os nomes das divindades, dos chacras ou os mantras, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos védicos, os ensinamentos do Yoga, os sutras budistas, etc. Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

Este Volume I é composto de 21 capítulos. Neles, você aprenderá as bases da escrita Devanagari, a mais utilizada para se escrever em Sânscrito, as vogais e as consoantes, os sinais de pontuação (que são poucos), os primeiros vocabulários e as primeiras noções da gramática da língua sânscrita clássica. Há ainda capítulos com noções de Páli (a língua canônica do Budismo do Sul), Canto Védico e sânscrito arcaico, noções que serão aprofundadas nos próximos volumes deste Curso de Sânscrito.

Se você desejar seguir no aprendizado, seguir-se-ão os Volumes II, III e IV, a ser lançados nos próximos anos. Cada volume aprofundará mais as noções de Sânscrito, além dos conceitos espirituais envolvidos nas diversas tradições a ele associadas, como o Vedanta, o Yoga, o Jainismo, o Hinduísmo e o Budismo.

Índice


Introdução

Cap. I – Situando a língua sânscrita

Cap. II – Vogais I – Formas iniciais

Cap. III – Vogais II – Formas médias e ditongos

Cap. IV – Letras invariáveis

Cap. V – Consoantes guturais

Cap. VI – Consoantes palatais

Cap. VII – Consoantes cerebrais

Cap. VIII – Consoantes dentais

Cap. IX – Consoantes labiais

Cap. X – Semivogais

Cap. XI – Sibilantes, Ha e Ksa

Cap. XII – Vogais e Consoantes – considerações gerais

Cap. XIII – Chacras – uma visão comparativa

Cap. XIV – Os Vedas

Cap. XV – Mantras – sons sagrados

Cap. XVI – O conceito indiano de Deuses e Demônios

Cap. XVII – Consoantes compostas

Cap. XVIII – Considerações sobre a pronúncia do Sânscrito

Cap. XIX – Noções de Canto Védico

Cap. XX – Glossário comparativo

Cap. XXI – Introdução à Mitologia Védica


Exercícios – Respostas


Bibliografia


Sobre o autor


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Curso de Sânscrito – com noções de Filosofia Indiana – vol. II (2009)


Preço: R$ 20,00 (vinte reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/03Q-ezti/Curso_de_Snscrito_com_noes_de_.html

O curso que continua neste volume tem vários objetivos, dependendo da expectativa de cada leitor. Os objetivos vão desde ensinar as bases do Sânscrito Clássico para aqueles que gostariam de saber o suficiente para escrever coisas interessantes, como os nomes das divindades, dos chacras ou os mantras, até um aprofundamento na língua para se ler e interpretar os textos védicos, os ensinamentos do Yoga, os sutras budistas, etc. Por isso, é composto de forma bem didática, permitindo que você possa se aprofundar até a medida de suas necessidades ou interesses.

Este Volume II é composto de 14 capítulos. Neles, você aprenderá as noções mais importantes para se entender o Sânscrito, as regras de eufonia (Sandhi), a declinação e seus casos, mais vocabulários (alguns específicos) e um aprofundamento maior no conhecimento da língua.

Se você desejar seguir no aprendizado, seguir-se-ão os Volumes III e IV, a ser lançados nos próximos anos. Cada volume aprofundará mais as noções de Sânscrito, além dos conceitos espirituais envolvidos nas diversas tradições a ele associadas, como o Vedanta, o Yoga, o Jainismo, o Hinduísmo e o Budismo.

Índice


Introdução

Cap. I – Regras de Sandhi ou Combinação Eufônica de Letras

Cap. II – Sandhi Externo

Cap. III – Sandhi Interno

Cap. IV – Nomenclatura gramatical sânscrita

Cap. V – Introdução à Conversação em Sânscrito – Laukika Samskrtam

Cap. VI – Declinação – Noções gerais

Cap. VII – Declinação - Nomes

Cap. VIII – O Sânscrito como Palavra Divina

Cap. IX – O poder do silêncio e do Om

Cap. X – Graus de Comparação

Cap. XI – Numerais Cardinais

Cap. XII – Numerais Ordinais

Cap. XIII – Pronomes

Cap. XIV – Métrica no Sânscrito Clássico


Exercícios – Respostas


Bibliografia


Sobre o autor


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A Alma da Palavra – o discurso como Filosofia Perene (2011)


Preço: R$ 12,00 (doze reais)
Baixar trechos: http://www.4shared.com/document/loFai2tz/A_Alma_da_Palavra_trechos.html

Uma visão mais holística poderia ser útil para resgatar o valor das tradições ancestrais e a alma da palavra, perdida para nós, homens da “civilização global”. É o que Stekel propôs ao lançar a idéia de uma nova ciência para estudar as línguas e linguagens sagradas, a Hierolingüística, em seu terceiro livro, “Santo & Profano – estudo etimológico das línguas sagradas”. Agora, em “A Alma da Palavra”, Stekel apresenta na prática o que seria resgatar esta “alma”, entranhada na idéia de “espiritualidade” e “religiosidade”. Todo o ser humano tem uma relação com o transcendente, e isso é espiritualidade. Quando este procura alguma forma de sistematização desta relação, com a finalidade de crescer como ser humano, acaba por expressar sua religiosidade. Assim, um ser espiritualizado pode ser alguém que não professa religião instituída alguma. E, muitos religiosos têm se demonstrado as pessoas mais sem espiritualidade que se possa conceber. Estamos mesmo na era dos disparates...

As análises, argumentos e mesmo os exercícios que compõem certas partes desta obra, estão todos dentro dos postulados da Filosofia Perene, uma expressão cada vez mais comum. Mas o que é esta Filosofia Perene?

A Filosofia Perene é um termo geralmente usado como um sinônimo da expressão sânscrita Sanatana Dharma (“Verdade perene ou eterna”, lit. “sustentação eterna [do universo]”). O filósofo alemão Gottfried Leibniz o utilizou para designar a filosofia comum e eterna subjacente às grandes religiões mundiais, em particular suas interpretações místicas ou “esoterismos” (os ensinamentos privados). O termo foi cunhado durante o Renascimento por Agostinho Steuco, bibliotecário do Vaticano no séc. XVI, no livro De Perenni Philosophia libri X, de 1540.

Índice

Introdução

Capítulo 1 – Sphota: A alma da palavra nas tradições indianas

Sânscrito: a linguagem dos deuses
O desabrochar da alma
Um conceito recente sobre idéias antigas?
Uma breve visão histórica do conceito de Sphota
A natureza de Sphota
O processo de comunicação
Mantras
Exercício 1 – Manifestação dos sons sutis (versão descendente)
Exercício 2 – Manifestação dos sons sutis (versão ascendente)
O poder das letras – Matrika Shakti
Shabda: a natureza do discurso
Exercício 3 – Meditação na Voz do Silêncio
Om: a fonte de Sphota

Capítulo 2 – Logos: o Verbo divino na cultura grega
A palavra “Mistério”
A doutrina do Logos
Diferença entre Logos e Rhema
Conexões entre Nous e Logos
Gnose: o conhecimento do Logos
Exercício 4 – As sagradas vogais gnósticas
Anima Mundi: o divino permeando o todo

Capítulo 3 – Verbum: a alma latina, nosso legado
O pagão e seus mistérios
Características do Latim
Os Carmina, antigos vaticínios
Palavra, Verbo e Discurso

Capítulo 4 – Davar: A palavra de Deus
O simbolismo de Adão
A importância do Hebraico
Davar: o Verbo manifestado de Elohim
Bat Qôl – A “Filha da Voz” ou a Sofia hebraica?
Babel e a matriz das palavras
Mantras cabalísticos
Exercício 5 – Vocalização do mantra Qadosh
Exercício 6 – Vocalização dos Dez Nomes de Deus
Invocações angélicas
Exercício 7 – Invocação a seu Anjo Cabalístico

Capítulo 5 – A alma da palavra em outras tradições
A palavra nas tradições africanas
A palavra sagrada entre os egípcios
A fala sagrada na Amazônia
Curiosidades sobre a visão da palavra
O poder da palavra nas tradições orais
A alma do Pai Nosso
Exercício 8 – Vocalização do Pai Nosso em três línguas sagradas

Capítulo 6 – A alma da palavra no discurso, na poesia e na música
Discurso e Discurso sagrado
A alma da poesia sagrada
Os 22 Princípios sonoros universais
Exercício 9 – Sons primordiais segundo a Filosofia Perene
O poder da Língua Portuguesa
Exercício 10 – Vocalização com os sons primordiais existentes no Português
Resgatando a alma das palavras
Exercício 11 – Lista das palavras mais usadas por você
A música e a palavra: o ritmo da alma

Capítulo 7 – Simbolismo dos estados ampliados de consciência: uma origem para o sagrado?
O que é a Consciência
Estados de Consciência
Estados Ampliados de Consciência
Canalização – conexão com o Eu Interno?
Uma entrevista: tirando dúvidas
Estados Ampliados seriam a origem do sagrado?

Conclusão

Créditos das figuras

Bibliografia

Sobre o autor


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Sobre o autor

Paulo Stekel é jornalista, escritor, tradutor, revisor, sintonizador musical, com vários álbuns lançados desde 2008. Stekel é um pesquisador não-acadêmico, um professor autodidata de Cabala, Hebraico bíblico-cabalístico, Sânscrito e línguas sagradas. É um especialista na interpretação dos textos sagrados das religiões.

Nasceu e cresceu em Santa Maria (Rio Grande do Sul, Brasil) [1970]. Desde os nove anos estuda religiões e filosofias. Atualmente resida na Grande Porto Alegre (Rio Grande do Sul), onde ensina Cabala, Hebraico, Sânscrito e Hierolingüística [uma nova ciência para o estudo das linguagens sagradas proposta por Stekel em seu livro "Santo & Profano – estudo etimológico das línguas sagradas", publicado em 2006].

Stekel tem estudado muitas línguas e linguagens antigas (Hebraico, Aramaico, Grego, Latim, Iorubá, Sânscrito, Sumério, Tibetano, etc.), várias religiões e filosofias, escolas e ordens místico-espirituais (Yoga, Teosofia, Maçonaria, Budismo Tibetano) e áreas da Ciência Moderna (Psicologia Transpessoal, Física Quântica, Lingüística), sempre mantendo um caráter não-acadêmico, mas estudando de modo sempre profundo cada área de seu interesse.

Stekel publicou sete obras: "Elohê Israel (Os deuses de Israel) - filosofia esotérica na Bíblia" (Independente, 2001); "Projeto Aurora - retorno à linguagem da consciência" (FEEU, 2003); "Método de Sânscrito para estudantes brasileiros" (Independente, 2004); "Santo e Profano - estudo etimológico das línguas sagradas" (GEFO, 2006); “Deuses & Demônios – verdades inauditas e mentiras anunciadas sobre os anjos” (Independente, 2007); “Curso de Cabala – com noções de Hebraico & Aramaico [vol. I]” (Independente, 2007); “Curso de Sânscrito – com noções de Filosofia Indiana [vol. I]” (Independente, 2008). Em seus livros e na maioria de seus artigos, Stekel usa o pseudônimo de Danea Tage.

Foi editor da Revista Horizonte – Leitura Holística, uma publicação eletrônica focada na espiritualidade, no meio ambiente, nas tradições religiosas, nas línguas sagradas e nas terapias alternativas.

Atualmente Stekel tem uma carreira musical nos estilos new age, ambiente e eletrônico, tendo lançado vários álbuns de música canalizada e mantras codificados, como “Qadosh” (2008), “Galaktika” (2009), “Sacred Voices” (2011) e “The Planets – for XXIst Century” (2011).


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Canal no Youtube: http://www.youtube.com/paulostekel